segunda-feira, 12 de abril de 2010

Foram os demotucanos que dividiram o país entre muitos pobres e poucos ricos



José Serra durante seu discurso de lançamento de sua candidatura disse que o governo dividiu o país. Não existe divisão quando o presidente da República, o governo Lula, tem aprovação de 80%, divisão seria 50% pró e 50% contra. Parece que não sabe fazer conta.

Quem dividiu o país foi o governo dos demotucanos (95/02) que aumentou a carga tributária, que criou o fator previdenciário, que prejudicou os aposentados, que criou o banco de horas ludibriando os trabalhadores para não receberem horas-extras, que pagava 78 US de salário mínimo contra os atuais 280 US.

Que construiu poucas escolas profissionalizantes em prejuízo ao mercado de trabalho e aos jovens que pretendiam conseguir o seu primeiro emprego, quem mais terceirizou  serviços de saúde com agravamento do atendimento aos usuários do SUS.

Quem socorreu os bancos privados com dinheiro público, no famigerado Proer, que desvalorizou o real, que vendeu as estatais dos brasileiros para grupos privados daqui e do exterior com recursos do BNDES, que gerou a maior taxa de desemprego no país pós o período da ditadura militar.

Durante o governo dos demotucanos 30 milhões de brasileiros viviam na faixas D/E das classes sociais, hoje 30 milhões destas subiram para a C. A média salarial aumentou e no governo de FHC, Serra e Cia, foi uma das mais baixas.

Foi nesse período que o governo FHC criou 780 mil empregos em oito anos contra os 12,5 milhões atuais em sete  anos do presidnete Lula. O que FHC criou em oito anos equivale a um ano de Lula.

Quem não tinha política habitacional, principalmente para a população de baixa renda, como o programa Minha Casa, Minha Vida que prioriza financiamento para famílias com rendimento de um a três salários mínimos de renda, era o governo do qual Serra foi ministro do planejamento.

Quem dividiu o país em muitos pobres e poucos ricos foi o governo FHC. Os demotucanos se preocupam com o povo? Responde Serra: Não.,Não.,Não...,

domingo, 11 de abril de 2010

José Serra só pensa nisso


 A foto acima é do encerramento da privatização da Light, depois seguiram-se outras, Telebras, Vale do Rio Doce, no total de 121 estatais. Ele só pensam em ganhar as eleições para continuar a politica entreguista implantada por FHC.

Não conseguiram privatizar o Banco do Brasil, mas nada impedirá de privatizá-lo e mesmo com recorde de lucro maior que todos os bancos privados. Sonham com a Petrobras, ainda vão querer botar um X, e agora a nova menina dos olhos dos demotucanos, o Pré-sal.

O general Figueiredo também preferia o cheiro dos cavalos


Nós já sabíamos que os demotucanos evitam as massas, detestam concentrações populares, não se sensibilizam pelo clamor da maioria da população, pelo grito da terra dos camponeses, que não atendem as reivindicações das classes trabalhadoras, e quando não dá para fugir do encontro usam máscaras.

E isso não é novo durante a ditadura militar o último general-presidente, João Batista Figueiredo, disse em alto e bom som, "Prefiro o cheiro dos cavalos que do povo". Ele também ficou famoso por outra frase, "Eu bato e arrebento".

Agora um dos braços do golpe de 1964, a Folha de S.Paulo, que colocava seus carros para transportar os torturadores do regime militar, trás em suas páginas da edição de hoje palavras em um artigo que deveria ter o título, "Que saudades da ditadura". E relembra com tanta recordações:

Pode nem ser, mas o PSDB evidentemente se esforçou para parecer um partido de massas. Para não deixar dúvidas, porém, um velho dirigente tucano ironizou: "Mas de massas cheirosas..." De fato, até os ônibus que carregaram a militância eram novinhos em folha.

Esse é o pensamento de uma elite arrogante, genocida e anti-povo, que cercam os demotucanos, comportamento de uma minoria que detém 1% da renda do país, o mesmo valor que da maioria da grande massa dos brasileiros, e que honestamente com seu suor constrói a nação, a massa da classe trabalhadora

sábado, 10 de abril de 2010

Você decide. Que Brasil você quer?

   
    O do progresso e da força do trabalho



                                   OU

   Da elite do atraso e da estagnação

Lula dá de goleada em FHC


Os tucanos evitam comparações do governo Lula com os oito anos de FHC,1995-2002, tentam até esconder o príncipe da Sourbounne do lado de José Serra, que além de candidato do seu partido, foi seu ministro de planejamento, da saúde. E também, segundo o próprio FHC, Serra foi o grande incentivador das privatizações das estatais.

Mas, os números de novos trabalhadores com carteiras assinadas durante os dois governos não deixam que se ocultem as diferenças gritantes. Isso sem falar do aumento do poder aquisitivo da população, crescimento da economia e no destaque da liderança do presidente Lula no país e no mundo.

A inclusão de 30 milhões de brasileiros na classe C que hoje é a metade da população, das exportações, do aumento do salário mínimo de 78 US de FHC para quase 300 US de Lula, do crescimento da construção civil.  

Para ficarmos só na questão dos novos empregos, a geração de empregos no mercado de trabalho formal bateu novo recorde em março. O número de vagas criadas no mês passado foi o maior para o período desde 1992, (governos de Itamar, FHC),  superando os 250 mil

E os dados do Ministério da Trabalho mostram que nos oito anos do governo FHC foram criados 780 mil novos empregos. Até o momento o governo Lula já atingiu mais de 12,5 milhões de novas carteiras de trabalho assinadas.

E a estimativa é que chegue em 14,5 milhões a 15 milhões de novos empregos até o fim do ano, o que dá uma diferença do governo Lula de 18 vezes a mais que o período de oito anos de FHC.

Parece até resultado dos jogos de futebol da minha mocidade nos campos de várzea, 9 vira e 18 acaba, apesar que em jogos internacionais o Brasil também já goleou, mas não de 18. O governo progressista de Lula quanto aos novos empregos dá de 18 a 0 no governo paraguaio de FHC.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

O DEM quer que o povo se exploda


O DEM, partido do Democratas, onde se concentra o maior número de parlamentares com medidas contra ações que beneficiam maior parte da população, são especialistas em atos antipopulares no país.

Algumas ações do DEM são conhecidas, como ação contra as cotas raciais, contra o PROUNI, contra a legislação trabalhista dos trabalhadores rurais, contra a nacionalização da Petrobras, a favor do fator previdenciário, entre outras.

E ainda muitos integrantes de seu quadro são grileiros de terras de lavradores e proprietários de grande áreas improdutivas entre eles destaca-se a senadora e presidente da CNA, Confederação Nacional da Agricultura, Kátia Abreu.

Em pesquisa recente da CNA apontou que menos de 1% das propriedades rurais no país cumprem a legislação trabalhista com seus empregados, os lavradores e camponeses, em outras palavras é trabalho escravo mesmo.

A mais recente agressão às classes menos favorecidas veio a tona, durante o mandato de seu único governador, José Roberto Arruda, desviou R$ 1 milhão do principal programa social da gestão do presidente Lula, o Bolsa Família, segundo auditoria do governo federal.

Entre 2008 e 2009, o Ministério do Desenvolvimento Social repassou R$ 1,4 milhão para que o governo do Distrito Federal administrasse o programa em seu território, mas ao menos R$ 1 milhão foi usado para construir cercas e alambrados dos prédios da Secretaria de Desenvolvimento Social.

O valor é suficiente para beneficiar quase mil famílias por um ano e, pelas regras do ministério, ele não poderia ser usado para construir cercas. O desvio foi apontado em auditoria da CGU (Controladoria-Geral da União).

Segundo o órgão, a verba usada na construção dos alambrados era originalmente para financiar o acompanhamento, o cadastro e a fiscalização das famílias beneficiadas pelo programa social.

"Detectamos a aquisição de alambrados para cercar as unidades da secretaria, desvirtuando a finalidade do programa que consiste no apoio à gestão de Bolsa Família", diz o relatório da CGU.

O Distrito Federal tem 71 mil famílias cadastradas no programa --quase 280 mil pessoas ou 10% da população. Em média, o Ministério do Desenvolvimento Social distribui mensalmente R$ 5,8 milhões em benefícios do Bolsa Família na região.

Desde 2008, o governo do DF recebeu do ministério R$ 1,7 milhão para administrar o programa. Foi desse montante que, segundo a CGU, foi retirado o dinheiro para construir as cercas. Ou seja, quase 60% da verba federal foi desviada.

E ainda além de parceiros dos tucanos do PSDB, pleiteam uma vaga na chapa de José Serra, antes do panetogate, Árruda era o favorito, agora a indicada é a senadora "grileira" Kátia Abreu.

E como diz o refrão de um personagem de Chico Anysio, que encena um político com discurso falso e quando está só dispara a frase que o caracteriza, Justo Verissímo e o DEM, querem que o povo se exploda.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Distribuição de renda,30 milhões chegam a classe C


Pela primeira vez na história, a classe C do Brasil, cuja renda familiar é de R$ 1.115 a R$ 4.807 por mês, passou a representar a maior fatia da renda nacional, segundo a Fundação Getulio Vargas.

Já as classes A e B correspondem a 44%. Entre 2003, quando a classe C tinha 37% da renda, e 2008, quase 30 milhões chegaram a este grupo, que soma masi de 91 milhões de brasileiros.

O novo público está mudando o conceito de classe média, padrões de consumo e investimentos das empresas. Essa migração em massa alterou o rumo da divisão historicamente desigual do bolo no Brasil e proporcionou o surgimento de um grupo com características socioculturais próprias. 

Outro levantamento aponta que a classe média brasileira cresceu quase 50% nos últimos cinco anos, segundo a Financeira Cetelem, do grupo francês BNP Paribas. O número de brasileiros pertencentes à classe C passou de 62,7 milhões em 2005 para 92,8 milhões no ano passado.

A maior parte desse crescimento veio das famílias que antes pertenciam às classes D e E: esses dois grupos “encolheram” de 92,9 milhões de pessoas há cinco anos para 66,8 milhões em 2009. A classe A/B, por sua vez, passou de 26,4 milhões para 30,2 milhões de pessoas no mesmo período.

No ano passado, a renda média das famílias brasileiras alcançou o recorde de R$ 1.285,00, alavancada principalmente pelo aumento da renda das classes C e D/E, aponta o estudo. De 2008 para 2009, apenas a renda da classe A/B teve recuo, de R$ 2.582,00 para R$ 2.533,00.

Nas classes C/E, essa renda subiu de R$ 650 para R$ 733. O gasto total das famílias foi o maior desde 2005, alcançando R$ 1.066,25. Isso é distribuição de renda no páis, ainda mais em uma ano em que o mundo registrou a maior crise desde 1929.

 

 A visão do IBGE, baseada no número de salários mínimos, é mais simples e divide em apenas cinco faixas de renda ou classes sociais, conforme a tabela acima válida para este ano (salário mínimo de R$ 510 em 2010).

Todo o dinheiro extra desde então vem sendo investido na aquisição de bens antes inatingíveis. Entre os lares da nova classe média, um terço já conta com aparelho de micro-ondas, 27% ostentam o luxo de ter uma geladeira duplex e 22% exibem um carro na garagem.

Nas famílias em ascensão, uma das prioridades é comer bem e são os emergentes que hoje lideram o consumo de alimentos antes restritos às mesas da alta renda. E tem ainda politicos da oposição que criticam incentivos como o bolsa-família e a economia do governo Lula, dizendo,“O pobre vai usar o dinheiro para comprar TV, geladeira, sofá e outros artigos de luxo

Eles compram 41% de todo o leite longa vida vendido no país, 40% dos derivados de leite e 39% do leite condensado. Seu peso tornou-se tão importante que muitos economistas defendem que foi a elevação do consumo dessa nova classe média que fortaleceu a economia brasileira durante a crise. 

O surgimento da nova classe média figura como um fenômeno social sem precedentes na história do país, e também um desafio sem paralelo para o mundo dos negócios. Por décadas, boa parte das empresas ignorou essa camada da população que hoje chega ao mercado de consumo.

Por esses números históricos da economia brasileira que a oposição ao governo Lula é vazia, sem discurso e muito menos tem um plano ou programa de governo para as eleições que se aproximam. Além do fracasso no passado do Governo de FHC e de seu ministro do planejamento, José Serra, que a maioria da população quer esquecer.

(Fontes: IBGE, Fundação Getúlio Vargas, e Sites de Economia)

quarta-feira, 7 de abril de 2010

General, lugar de encenação é no Teatro Oficina



A rede Globo entrevistou há três dias o general Leônidas Pires, que foi ministro do Exército no governo Sarney e, no regime militar, chefiou o DOI-CODI do Exército, no Rio de Janeiro, de março de 1974 a janeiro de 1977.

O general ficou famoso pela frase que mais usava aos seus comandados, “Não deixe levantar as mãos, mate antes” (veja abaixo), admitiu que houve tortura durante o regime, “Acho que ela, lamentavelmente, ocorreu".

Mas, "para ser uma mancha, ela foi muito aumentada por nossos antagonistas para justificar algumas coisas que eles fizeram e achavam que tinham o direito de fazer”. É sempre assim, não admitem nunca que causaram sofrimento, tortura e morte a centenas de brasileiros.

Uma das reparações da repressão do golpe de 64, entre outras aguardadas, acontece nesta quarta-feira (7), a partir das 14h no Teatro Oficina, o ator e diretor José Celso Martinez Corrêa participa, ao lado de representantes do governo, de um julgamento especial no qual receberá o perdão oficial do Estado, concluindo seu processo de anistia política, cuja tramitação na Justiça dura desde 2002. Vamos ver se a Globo cobre o acontecimento.

José Celso Martinez Corrêa foi abordado por agentes da ditadura militar no dia 22 de maio de 1974. Ele foi encapuzado e levado ao Departamento de Ordem Política e Social (Dops), na capital paulista, onde passaria quase um mês. Durante sua prisão, sofreu tortura e ficou confinado em uma solitária. A motivação da prisão, no entanto, nunca foi revelada.

O diretor foi solto em 17 de junho de 1974 e permaneceu em liberdade condicional, tendo de se apresentar semanalmente ao Dops. Sem nenhuma condição de trabalho no Brasil, a Comunidade Oficina Samba - o antigo grupo Oficina - se organizou ao longo daquele ano e, a partir de setembro, partiu para Portugal.

O exílio durou aproximadamente cinco anos e o grupo trabalhou com teatro e cinema em Lisboa, Moçambique, Paris e Londres. A partir de 1979, Zé Celso e os artistas do Oficina voltaram ao país e iniciaram um movimento de renovação do grupo. Zé Celso declarou em depoimento:

"Por muitos anos, tentei recalcar para poder sobreviver e viver de novo os danos causados pela ditadura no meu corpo, na minha alma, no meu trabalho profissional e no de minha criação, o que vale também para o corpo físico do Teatro Oficina, para sua alma, para os trabalho de todos que se deram, e para a nossa contribuição à criação e à cultura brasileira. Posso afirmar mesmo que a ditadura operou sobre mim e o Oficina, o que Glauber Rocha chamava de assassinato cultural...”

O general e seus enredos teatrais;  ato 1, "Vocês querem por uma lente numa pulga e transformá-la em um elefante":  ato 2, "Grande show, não tem grande show", ato 3, "Onde se dá chocolate não se dá tiro, onde se dá tiro não se dá chocolate:

terça-feira, 6 de abril de 2010

Os lobos e a impressão digital da incompetência


Depois de quase oito anos desdenhando as ações do governo Lula, criticando as ações, dizendo que era continuidade do governo FHC, quando os números mostram que houve uma mudança significativa, em diversas áreas a começar pela geração de emprego com carteira assinada, devendo passar a casa dos dez milhões de novos empregos.

Só este ano espera-se a criação de mais de dois milhões de novos empregos, número que o governo PSDB-PFL (ainda não era DEM) de FHC não atingiu em oito anos de estagnação da economia.

No período de 1996 a 2002 se aconteceu algum aumento de emprego foi fora do país, pois o ministro de planejamento de FHC, o candidato José Serra, foi o maior idealizador da venda das empresas brasileiras que gerou desemprego aqui e criou no país sede das empresas que privatizaram as estatais.

Segundo declarações de FHC foi o ministro José Serra que mais o pressionou para vender a Vale do Rio Doce. Desacreditaram a política internacional do governo Lula, que foi considerado um estadista por diversos países, e até o inédito título do Le Monde.

Diziam que o governo Lula dava certo porque não tinha enfrentado nenhuma crise, e FHC enfrentou três, que resultaram na corrida ao FMI, e causou três quebradeiras ao país. Criticaram o governo Lula quando pagou toda a dívida com o FMI.

No ano passado durante a maior crise mundial desde 29, o Brasil foi um dos poucos países do mundo que acabou o ano com crescimento positivo e ainda com a economia aquecida graças à intervenção do estado, que diminui impostos e aqueceu o mercado.

Isso tudo sem falar no programa do bolsa-família que chamavam de “bolsa-esmola” e que os demotucanos tanto criticavam, e que foi responsável também pelo injeção de dinheiro na economia e ainda do aumento da classe C. Agora dizem que vão ampliar o bolsa-família.

Após tanto tempo criticarem tudo, dizem que vão continuar em caso de vitória nas eleições os programas do governo Lula. A fala é suave como um andar de um carneiro, mas as marcas das patas do lobo ficaram cravadas nos rastros da incompetência e conduta da oposição demotucana.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Os trogloditas impedem um país mais justo

Reproduzo a seguir texto do jornalista Hamilton Octávio de Souza, companheiro de jornadas, e seu editorial da próxima edição da revista "Caros Amigos", nas bancas a partir desta terça-feira.

A direita brasileira continua muito atuante, tem uma agenda própria e articula ataques em várias frentes contra o que pode ameaçar seus interesses. 

O oligopólio da mídia neoliberal-burguesa expressa exatamente o que quer e o que faz a direita, que atua nas instituições públicas, nos poderes da República, nos bastidores da política e da economia. 

A direita cuida especialmente da defesa do capital, das vantagens econômicas do empresariado, dos privilégios patrimoniais das elites e do poder político das oligarquias.

Desde o final do ano passado a direita brasileira cerrou fileiras para enterrar de vez o esclarecimento dos crimes praticados pelo Estado na ditadura militar (1964-1985), em especial o que foi suscitado pelo 3º Programa Nacional dos Direitos Humanos, lançado em dezembro, e que levou o presidente da República a fazer alterações ao gosto dos setores mais reacionários. 

A direita não quer saber de Comissão da Verdade e da Justiça, não quer passar a limpo a história da prisão, tortura, morte e desaparecimento de opositores políticos.A direita ataca as propostas de democracia participativa, tudo o que possa aperfeiçoar o sistema representativo e assegurar ao povo o papel de sujeito da história. 

A direita critica a realização de conferências nacionais que possibilitam a formulação de políticas públicas, assim como as propostas de plebiscitos e referendos para as grandes definições nacionais.

Amarrada aos pontos do Consenso de Washington, mesmo com o fracasso e a crise do neoliberalismo em todo o mundo, notadamente na América Latina, a direita brasileira continua defendendo a privatização de serviços públicos, rodovias, portos, aeroportos, educação e saúde – apesar da péssima prestação de tais serviços pelas empresas privadas.

Ao mesmo tempo rejeita, com muita força, todas as medidas que possam melhorar as condições de vida e trabalho do povo brasileiro. No momento, ataca a redução da jornada de trabalho para 40 horas e a mudança nos critérios das aposentadorias. 

A direita não tem o menor interesse que os trabalhadores conquistem uma vida com dignidade, que as leis trabalhistas sejam cumpridas.

A direita não se importa com a construção de um País mais justo, que assegure igualdade de oportunidade para todos, que amplie direitos, que trate do bem-estar das pessoas antes do lucro e do sucesso das empresas. 

Conhecer mais sobre a direita é identificar quem realmente tem prejudicado o Brasil. E acrescento, mostrar para quem não consegue reconhecer os malefícios da direita para termos uma nação mais justa, é um dever nosso.

domingo, 4 de abril de 2010

Após o Vox Populi, as redações do PIG ficaram vazias


O jornalismo de esgoto esconde o resultado da pesquisa do Instituto Vox Populi divulgada ontem à noite, como podem notar as redações que são bem parecidas ficaram vazias. Os integrantes do PIG não noticiaram o resultado que mostra José Serra estacionado nos 34%, o mesmo porcentual conferido há dois meses.

E pela terceira pesquisa dos últimos quatro meses aponta que mais uma vez a candidata Dilma Rousseff cresceu cinco pontos de janeiro a março. E 13 pontos em relação à pesquisa de novembro. Como a margem de erro é de 2,2%, para mais ou para menos, pode-se considerar um empate técnico.

O resultado do Vox Populi coloca em dúvida com a tendência apontada pelo Datafolha em 27 de março, quando o instituto da família "Entre em Frias" atribuiu um estranho crescimento de nove pontos ao candidato demotucano, chegando a 36%, enquanto Dilma oscilava negativamente, de 28% para 27%.

O fato coloca em questão a credibilidade das pesquisas realizadas pelos institutos, principalmente aos ligados a empresas que declaradamente ou veladamente apóiam José Serra, como é o caso do Datafolha de propriedade da Folha de S.Paulo, e também do IBOPE de grande ligação com o grupo das empresas Globo

sábado, 3 de abril de 2010

População malha a chapa completa


Está enganado quem pensa que o povo não pensa e não sabe das coisas, prova que os malhadores do sábado de aleluia para não ter o risco do vice assumir o lugar do candidato a presidência encerraram o caso.
A população que participa da tradicional festa da "Malhação do Judas" na rua Lavapés no bairro do Cambuci, em São Paulo, resolveram acabar logo com essa possibilidade da famosa dupla candidata demotucana, José Serra (PSDB) e Arruda (DEM).

O povo sabe das coisas, a promoção foi diferente da que José Serra propôs em Brasília, "Vote num careca e ganhe dois", o pessoal resolveu garantir e não correr risco, "Malhem os dois carecas e fiquem sem nenhum".

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Os amigos de Serra e inimigos do povo

 
Nós todos já sabíamos que a candidatura Demotucana não tem projeto para o país, que a oposição ao governo Lula se arrasta e vive a procura de factóides para poder ganhar holofotes e aparecer um pouco na mídia, principalmente para os integrantes da verdadeira oposição ao governo, a mídia golpista do PIG.

O discurso das lideranças da oposição serve de inspiração para os blogueiros, da imprensa bem intencionada e descompromissada com os cartéis da mídia alienada e submissa. Que não precisam ser contratados como estão fazendo os tucanos contratando pessoas para escrever na imprensa, nos blogues, na internet.

Os debates hoje de integrantes do governo Lula é com a oposição, não a oposição fomada pela bancada Demotucana e sim com a oposição escrita ou televisiva, comandadas pelos abutres da mídia.

Lembrando a famosa frase "nada se cria, tudo se cópia", os simpatizantes da candidatura Serra colocaram na internet o site “amigos de Serra", surrupiando a idéia dos já existentes,  Amigos do presidente Lula e também o site Amigos da presidente Dilma. Como são vazios e sem inspiração sugiro que os demotucanos mudem o nome para a "Turma de Serra", combina mais.

Tem de tudo na turma dos amigos de Serra, e podem até pleitear um ministério, caso os leitores estejam com saudades da era do atraso do governo FHC, pois são todos da mesma turma que se vendeu para criar a lei que permitiu FHC se reeleger, em 1998. O governo entreguista dos demotucanos de 1994 a 2002.

A turma que vendeu empresas estatais a preço de banana, que criou o fator previdenciário , banco de horas que é muito utilizado para não pagar hora-extra ao trabalhador, que são contra as 40 horas semanais de trabalho, que são contra a ditribuição de renda, que são contra as cotas raciais nas universidades, contra a legislação trabalhista dos trabalhadores rurais.

E tem também os que são contra as bolsas para estudantes de baixa renda, contra a nacionalização da Petrobras, contra o Pré-Sal, que acusam os negros brasileiros no passado de incentivarem o comércio de escravo, contra a reforma agrária, que acham que houve estupro consentido das mulheres negras para com seus patrões, como se isso fosse possível e outros absurdos.

 Esperar o que de quem não tem discurso, uma oposição frouxa e flagrada constantemente de boca aberta, a cada resultado de pesquisa que apura a popularidade do presidente Lula, quando ouvem que está acima dos 80% então, o que se vê, são olhos saltados e as caras de espanto.

Esses posicionamentos e condutas políticas são as características da oposição ao governo Lula, contra o presidente mais popular da história, a chamada de turma dos sete, pois todas as pesquisas sobre a aprovação do governo Lula só 7% o reprovam e o consideram péssimo, e são os integrantes da turma de Serra, ou melhor, dos Amigos de Serra e Inimigos do Povo.