quarta-feira, 15 de maio de 2013

Dia 15 de maio, é o 65 ºaniversário da Nakba

Hoje, dia 15 de maio, é o 65 ºaniversário da Nakba. Anualmente, nosso povo realiza manifestações nesta data, e a Frente Popular para a Libertação Palestina reafirma a sua rejeição ao reassentamento forçado dos palestinos e rejeita o chamado Estado judeu, e que o direito de retorno é um direito inalienável e natural, humano, político e jurídico, individual, coletivo e sagrado, que não tem prazo prescricional e que é inegociável, garantido por leis e pelo direito humanitário internacional e direitos nacionais. 

A Frente Popular considera que a "catástrofe" de nosso povo é o resultado natural da implementação do projeto sionista sobre a terra e nação que não poderia ter sido alcançado sem a cumplicidade e conspiração colonial britânica e norte-americana, que existe ainda até hoje.
 
Por isso, é necessário instalar e confirmar o direito de retorno de nosso povo e compensação por danos a ele, aos palestinos de outras gerações, as suas terras e suas instituições, em conformidade com a lei Internacional e as resoluções de legitimidade internacional, em especial a Resolução 194, segundo a qual a Inglaterra, os Estados Unidos e a União Europeia deveriam admitir suas responsabilidades pelos danos ao nosso povo, pela opressão, injustiça e destruição história. São responsáveis pelos prejuízos na histórica, política e moral, pelo crime de século que tem sido perpetuado contra o nosso povo. 

Na visão da Frente, as declarações de ontem da delegação de chanceleres árabes em Washington para alterar o que se chama de pequenos ajustes nas fronteiras às vésperas do aniversário da Nakba é a continuação do papel de cúmplice que adotam historicamente, e a situação traz tristeza e indignação, uma vez que revela que alguns países árabes ainda estão viciados em implorar e seguir a posição norte-americana, e se enquadra no âmbito de concessões generosas e gratuitas, e quem paga por isso é o nosso povo, como um reflexo dos seguidores de negociações de Madrid - Oslo e que se chama a iniciativa árabe.

As políticas de ocupação, colonização, bloqueio, detenções, assassinatos, judaização, expulsão e crimes de guerra praticados contra a terra, o homem e os santuários pelas terras palestinas, desde a Galileia e o Triângulo até Negev, Jerusalém e o Vale do Jordão, tratam-se de um comprimento real da estratégia do sionismo com base na lei da selva, violência, terrorismo e negação dos direitos do povo palestino, principalmente pelos direitos inalienáveis de retorno e autodeterminação e pelo direito de um Estado independente. O cenário histórico e atual na Palestina representa um modelo de racismo baseado em políticas de Apartheid.
 
A Frente Popular apela para que abandonem os círculos de negociações, que são articulados visando soluções bilaterais e geralmente a partir de promessas do governo dos EUA. Também apela para abandonar os interesses individuais, as pressões externas, e para que se inicie uma implementação imediata do acordo de reconciliação como fim de organizar a casa palestina sob o modelo democrático e assim salvar a identidade nacional de nosso povo. Isso, por meio de uma estratégia firme que vise a uma nova politica nacional e social, que possa mobilizar as forças e os aliados de luta pelo nosso povo.
 
É pensando nessa estratégia que poderemos trazer uma liderança unificada nacional comprometida com o direito da resistência, com o objetivo de derrotar a ocupação, os assentamentos e pela libertação dos prisioneiros. Comprometida em conquistar os direitos inalienáveis de nosso povo, começando por um Estado independente com plena soberania incondicional, com sua capital em Jerusalém. Comprometida para que se inicie a construção de um caminho para um Estado laico democrático na Palestina, e que possa ser amanhã mais que um sonho, mas uma realidade.

Frente Popular para Libertação da Palestina

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Mais de 3 mil brasileiros estão presos no exterior

Pelo menos 3.078 brasileiros estão detidos no exterior. O Ministério das Relações Exteriores informou à Agência Brasil que a maioria foi presa na Europa – 1.133. Com informações dos mais de 200 postos da rede consular até dezembro de 2012, o Itamaraty mapeou os casos.

Vários crimes são atribuídos aos brasileiros, como fraude, tráfico de drogas, agressão sexual e furtos, e variam de acordo com cada continente.
Dos 3.078 brasileiros presos no exterior, 2.260 são homens e 452 mulheres. Os demais 366 não tiveram o sexo divulgado. Os casos de detenção fora do Brasil são acompanhados pelos serviços consulares, por intermédio de orientações e instruções específicas. Uma das situações recentes é a detenção de 12 brasileiros em Oruro, na Bolívia.

Na Bolívia, 12 torcedores do Corinthians são acusados de participação na morte do estudante Kevin Espada, de 14 anos, em fevereiro. Espada foi atingido por um sinalizador durante partida de futebol e acabou morrendo. Os brasileiros negam envolvimento no caso. Cada situação é analisada individualmente, segundo as autoridades brasileiras, mas em geral o esforço é para que os detidos cumpram pena no Brasil.

Na Europa, há 363 brasileiros presos na Espanha, 280 em Portugal, 213 na Itália, 108 na França, 77 no Reino Unido, 48 na Alemanha, 14 na Bélgica, oito na Suíça, seis na Grécia, cinco na Suécia, três na Hungria e o mesmo número na Noruega, um na Áustria, um no Chipre, um na Dinamarca, um na Finlândia, e um na República Tcheca.

Na América do Norte, há 802 brasileiros detidos, dos quais 796 estão nos Estados Unidos, quatro no México e dois no Canadá. Na América do Sul, são 757 brasileiros presos. Só no Paraguai há 217 detidos, 177 na Bolívia, 99 na Guiana Francesa, 63 no Uruguai, 57 na Argentina, 33 na Colômbia, 32 no Suriname, 29 na Venezuela, 20 no Chile, 20 no Peru, nove na Guiana e um no Equador.

Na Ásia, há 314 brasileiros detidos, dos quais 308 no Japão, três na Indonésia, dois na China e um na Índia. Na África, são 43 brasileiros, dos quais 37 na África do Sul, três em Cabo Verde, dois no Senegal e um em Moçambique. Na Oceania, há cinco brasileiros presos, dos quais três na Austrália e dois na Nova Zelândia.

Na América Central, há 12 brasileiros presos: seis no Panamá, dois em Honduras, um nas Bahamas, um em El Salvador, um na Nicarágua e um na República Dominicana. No Oriente Médio, são 12 brasileiros – cinco nos Emirados Árabes Unidos, três em Israel e o mesmo número na Jordânia e um na Arábia Saudita.

Agência Brasil

terça-feira, 7 de maio de 2013

Servidores da Educação e Saúde deflagram greve em SP

Servidores públicos da educação estadual, que estão em greve há quase um mês e os funcionários da saúde, contrários ao projeto de privatização do hospital do Servidor do Servidor Público.

Em greve desde o dia 19 de abril, os professores também deixam claro que os problemas que a educação pública enfrenta emana justamente da raiz do projeto que cada vez mais desresponsabiliza o Estado na garantia de direitos básicos e estruturantes da sociedade.

Os professores continuam em estado de greve e devem decidir na próxima sexta-feira (10), sobre os desdobramentos da paralização. Entre as principais reivindicações da categoria estão a reposição das perdas salariais acumuladas desde fevereiro de 1998 (36,74%); reajuste imediato de 13,5% (2% agora propostos, mais 5% referentes à parcela do reajuste não paga em 2012, mais 6% já assegurados pela Lei Complementar 1143/2011).

Faz parte da pauta também a implantação da jornada do piso de no mínimo 33% para preparação de aulas e formação, a extensão da forma de contratação, direitos e condições de trabalho do professor da categoria ”F” para o professor da categoria “O”.

Os manifestantes não abrem mão de igualdade de direitos para todos os professores,
indiscriminadamente. “É preciso manter a firmeza e convicção de que nossos reivindicações são justas e é por isso que essa greve está se sustentando, por isso temos que pressionar todos os responsáveis, do governador, ao secretário estadual de gestão, para a incorporação dos professores da categoria “O” no mesmo esquadro de direitos da categoria “F””, defendeu Francisca Pereira da Rocha, vice-presidente da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial de São Paulo).

Os servidores da saúde convocaram uma assembleia geral para o próximo dia 10 de maio, que será realizada na quadra do Sindicato dos Bancários. A categoria exige que avance a regulamentação da jornada dos trabalhadores administrativos, o reajuste salarial de 32,2% de reposição das perdas salariais de 2008 a 2012 e o aumento do vale refeição, que é de R$ 8,00 e é conhecido entre os funcionários como “vale coxinha” para R$ 26,22.

“O acordo entre o governo do estado e o sindicato é de 1997. No ano passado, o governo criou um grupo de trabalho para encaminhar o projeto da regulamentação das 30 horas e até agora está parado na Casa Civil. Essa demora tem gerado conflitos com a direção de unidades e hospitais que tentam resolver sua falta de pessoal pressionando pelas 40 horas”, divulgou o SindSaúde.

De São Paulo,
Ana Flávia Marx



segunda-feira, 6 de maio de 2013

Brasil teve mais impunidade a assassinos de jornalistas

Brasil é terceiro do mundo em número de jornalistas mortos
A organização Comitê para a Proteção de Jornalistas destacou em seu relatório anual “crescentes taxas de impunidade” de assassinos de jornalistas no Brasil, na Somália e no Paquistão.
 
O Brasil foi listado em 10º lugar em um levantamento de nações onde mais ocorrem mortes de jornalistas e os responsáveis não são punidos.

O ranking foi elaborado com base em um levantamento que levou em conta assassinatos ocorridos entre 2003 e 2012 cujos criminosos não foram condenados. Apenas países onde ocorreram mais de cinco crimes foram considerados, por isso somente 12 nações aparecem na lista.

O Brasil contabilizou nove casos e uma média de 0,04 casos por milhão de habitantes. O resultado indica uma piora em relação ao ranking do ano anterior, quando o país figurava no 11º lugar, com um índice de 0,02 casos.

Iraque

O país considerado mais perigoso para o trabalho jornalístico foi o Iraque, com 93 casos e uma média de 2,8 assassinatos de jornalistas por milhão de moradores.

Em seguida no ranking vieram Somália (23; 2,3), Filipinas (55; 0,5) e Sri Lanka (9; 0,4).

A organização afirmou que o Brasil tem um histórico de violência contra a imprensa, mas os casos vinham diminuindo, enquanto a eficiência para esclarecê-los subia.

Porém, há três anos os assassinatos teriam começado a aumentar novamente. A violência se concentrou em repórteres de meios de comunicação online e blogueiros de cidades pequenas. O ano mais violento foi o de 2012, quando quatro casos foram contabilizados.

Fonte: BBC Brasil

terça-feira, 30 de abril de 2013

MPF denuncia coronel Ustra por ocultação de cadáver na ditadura militar



O Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo denunciou, pelo crime de ocultação de cadáver, o coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra, comandante do Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna de São Paulo (DOI-Codi) no período de 1970 a 1974. Também foi denunciado pelo mesmo crime o delegado aposentado Alcides Singillo, que atuou no Departamento de Ordem Política e Social de São Paulo (Deops-SP) na ditadura militar.
Na ação, ajuizada na última sexta-feira (26), Ustra e Singillo são acusados de ocultar o cadáver do estudante de medicina Hirohaki Torigoe, então com 27 anos, morto no dia 5 de janeiro de 1972. Torigoe foi membro da Ação Libertadora Nacional (ALN) e do Movimento de Libertação Popular, organizações de resistência à ditadura.
De acordo com o MPF, a versão oficial do crime – divulgada à imprensa duas semanas após o desaparecimento do estudante – sustenta que Torigoe foi morto na Rua Albuquerque Lins, no bairro de Higienópolis, na zona oeste de São Paulo, em um tiroteio com a polícia. Segundo as fontes oficiais da época, a demora na divulgação da morte ocorreu porque a vítima usava documentos falsos, com o nome de Massahiro Nakamura.
No entanto, o MPF contesta a versão oficial com base no depoimento de duas testemunhas: André Tsutomu Ota e Francisco Carlos de Andrade, presos na mesma data. De acordo com os depoimentos, Torigoe foi ferido e levado ainda com vida ao DOI-Codi do 2º Exército, no bairro do Ibirapuera, onde foi interrogado e submetido à tortura.
As testemunhas afirmaram que os agentes responsáveis pela prisão de Torigoe tinham pleno conhecimento da verdadeira identidade do detido. Apesar disso, de acordo com o MPF, todos os documentos a respeito da morte da vítima, inclusive o laudo de necropsia, a certidão de óbito e o registro no cemitério, foram elaborados em nome de Massahiro Nakamura.
Para o MPF, além de utilizarem o nome falso nos documentos de óbito e de sepultarem clandestinamente o estudante no Cemitério de Perus, em São Paulo, os subordinados de Ustra negaram aos pais de Torigoe informações a respeito do filho desaparecido. 
Na ação, o órgão acusa Ustra de enterrar clandestinamente Hirohaki Torigoe, falsificar os documentos sobre a morte com o intuito de dificultar a localização do corpo, ordenar a seus subordinados que deixassem de prestar informações aos pais da vítima e de retardar a divulgação da morte em duas semanas, com a intenção de ocultar o cadáver e garantir a impunidade pelo homicídio.
“A conduta dolosa de ocultação do cadáver resta totalmente caracterizada pelo fato de que os pais da vítima estiveram nas dependências do DOI-Codi antes da divulgação da notícia do óbito, em busca do paradeiro do filho. Lá, porém, funcionários do destacamento sonegaram-lhes a informação de que Hirohaki Torigoe fora morto naquele mesmo local e que seu corpo fora clandestinamente sepultado com um nome falso”, ressalta o texto da ação.

Desde 2006, um inquérito civil público busca localizar os restos mortais de Hirohaki Torigoe. “Até hoje permanecem os restos mortais de Hirohaki Torigoe ocultos para todos os fins, inclusive os penais”, afirma o MPF.
O delegado de Polícia aposentado Alcides Singillo é acusado de deixar de comunicar a correta identificação e localização do corpo à família da vítima, o cemitério onde ele supostamente foi enterrado e o cartório de registro civil onde a morte foi registrada. De acordo com o MPF, Singillo era, na época, delegado do Deops de São Paulo e tinha ciência da identidade do estudante, pois colheu o depoimento do verdadeiro Massahiro Nakamura, que foi a delegacia após a notícia de que Torigoe usava seu nome.
Segundo o advogado de Ustra, Paulo Esteves, o ex-coronel nunca participou de nenhum tipo de violação de direitos. “A violência não foi apanágio da vida dele”, disse. A reportagem não conseguiu localizar o advogado do ex-delegado Singillo.

Agência Brasil

 

 

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Sindicato tenta impedir contratação de servidores para a Educação e Saúde


A Câmara de Vereadores da cidade completa 60 dias de trabalhos e até a última 2ª feira só tinha aprovado o abono para servidores ativos de R$ 157,00 em 18 de fevereiro deste ano.

Ao tomarem posse no primeiro dia do ano entraram em recesso e só iniciaram o ano legislativo depois de 48 dias. Tanto que no site da Câmara dos Vereadores, www.camarasjbv.sp.gov.br, em documentos aprovados só consta o abono.

Entretanto nesse curto espaço de tempo já gerou diversas polemicas nas nove sessões realizadas, em uma delas alguns vereadores levaram as sessões supostas queixas sobre a situação da merenda nas escolas municipais.

Uma delas em relação ao pão servido no café da manhã aos alunos em uma das escolas da rede municipal feita na imprensa pelo vereador Claudinei Damálio e depois desmentida pelo mesmo.

O executivo enviou um projeto para contratação de 20 vagas no cargo de merendeiras, cozinheiro (a), além de duas vagas no cargo de Nutricionista em carater emergencial.

Com a presença na tribuna da presidente Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, Mirtes Batista, deu parecer contrário às contratações. Mesmo assim os vereadores aprovaram as contratações dos servidores para as escolas da rede municipal de ensino em sua ampla maioria, 14 dos 15 vereadores, só o vereador e ex-presidente do sindicato, João Henrique votou contra.

A Diretora de Saúde, Lia Bissoli, esteve na Câmara dos Vereadores há 15 dias e justificou a contração de profissionais para o Pronto Socorro que voltará a ser administrado pela prefeitura a partir de maio, de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, auxiliares administrativos, auxiliares de farmácia, maqueiros, portaria e lavanderia.

Lia Bissoli pede a aprovação da Câmara para concurso público para 4 enfermeiros, 4 auxiliares de farmácia, 3 técnicos de enfermagem, 6 auxiliares de enfermagem e 12 auxiliares administrativos.

Além disso, a Diretora de Saúde diz que, atualmente o número de enfermeiros contratados é suficiente para realizarem a classificação de risco para atendimento conforme preconização do Programa Nacional de Humanização.

 “Essa classificação de risco é necessária para o credenciamento da nossa UPA – Unidade de Pronto Atendimento, que está em construção e irá nos garantir um incentivo mensal em média de R$ 101.500,00 repassados pelo Ministério da Saúde.

Se não credenciarmos a UPA, não podemos ser o município sede do SAMU Regional, tendo que devolver o recurso federal usado na sua construção. Portanto a situação é preocupante”, afirmou Lia.

O projeto que prevê essas contratações está na Câmara desde fevereiro, mas o vereador presidente da Comissão e Constituição e Justiça, Reberson Menezes, não aprovou e colocou o mesmo em votação. Ele alega que solicitou informações ao prefeito municipal sobre, por exemplo, o impacto que estas contratações vão ter na folha de pagamento dos servidores e no Fundo de Previdência Municipal e que as mesmas não foram enviadas.

A presidente do Sindicato, Mirtes Batista, novamente se posicionou contra as contratações, pois alegou que o impacto com essa quantidade de novos funcionários pode causar na folha de pagamento do servidor é preocupante.

Mirtes ainda completou; “Não estão pedindo somente estas contratações. Estão pedindo várias outras de outros setores e isso pode inclusive comprometer futuramente nosso Instituto de Previdência”.

A pergunta que fica - Será que a presidente do Sindicato dos Funcionários Municipais e alguns vereadores pretendem paralisar os serviços essenciais para a Saúde e Educação da cidade?

 

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Blogosfera do país no I Encontro de Blogueiros de SP

I Encontro Estadual de Blogueiros Progressistas de SP
Blogueiros e lideranças políticas avaliam a importância de encontro em São Paulo


Mesa de Abertura: Paulo Henrique Amorim, Antonio Mentor, Paulo Teixeira, Celso Jardim (mediador) e Luiza Erundina

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Haddad e Nádia comemoram vitória na Avenida Paulista

Ao lado da vice-prefeita eleita, Nádia Campeão (PCdoB), Fernando Haddad comemora vitória sobre trio elétrico na Avenida Paulista


Foto: Folha de S.Paulo


 

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

O resgate de São Paulo

O contraste, prédios modernos e a favela do Morumbi
São Paulo, uma das cidades mais extraordinárias do mundo, se tornou uma cidade triste, cinzenta, cruel, de exclusão, de discriminação, de intolerância. Tornou-se a cidade mais injusta do Brasil, pela brutal polarização entre a mais desenfreada riqueza e os maiores polos de pobreza, de miséria, de abandono do Brasil. A isso ficou reduzida nossa querida São Paulo nas mãos da sua elite e dos partidos que a representam.

A chance de seu regate é agora. Pelo desgaste das políticas da direita e pela conjunção de fatores que levou Fernando Haddad a liderar as pesquisas. Não por acaso o resgate é comandado por um ex-estudante da USP e um ex-operario metalúrgico do Abc – algumas das grandes marcas que de São Paulo, de que nos orgulhamos tanto.

São Paulo foi guindada, pelas mãos da sua direita, à condição de uma cidade que renega o que ela tem de melhor. Renega a diversidade, renega os movimentos sociais, renega os trabalhadores nordestinos – que construíram, com suas mãos e seu sofrimento, a riqueza de São Paulo -, renega a cultura, renega sua relação com o Brasil, renega o seu povo.

Uma São Paulo que virou as costas para o outros estados, virou as costas para Brasil. Uma São Paulo que tentaram manter à margem do maior processo de democratização econômica e social que o país já viveu. À margem do reconhecimento e extensão dos direitos básicos a todos os cidadãos brasileiros, antes marginalizados pelos governantes, especialmente no governo tucano acentuou a desigualdade, a miséria e a pobreza no Brasil.

Ao invés de “locomotiva da nação”, como apregoa a velha elite paulista, tornou-se objeto de vergonha nacional – pela miséria, pela discriminação, pelo racismo, pela violência policial e dos grupos extermínio, pela decadência de seus sistemas de educação e de saúde pública, entre tantas outras vergonhas.

Agora chegou a hora do resgate de São Paulo. Chegou a hora de colocar São Paulo no mesmo processo que tem feito o Brasil avançar, pela primeira vez, na superação da sua maior chaga – o de ser o pais mais desigual do continente mais desigual do mundo.

Chegou a hora, as condições estão dadas, se juntam as prementes necessidades com as excelentes perspectivas. Vamos, todos ao resgate de São Paulo. Essa cidade carece e merece esse resgate. O povo paulistano necessita. O Brasil precisa de uma São Paulo justa, humana, solidária. Vamos ganhar para realizar, juntos o resgate de São Paulo.

Autor Emir Sader no Carta Maior

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Chaves do PCdoB fica entre os dez mais votados de São João

O candidato a vereador pelo PCdoB, Dr. Chaves, é eleito e fica entre os dez mais votados da cidade de São João da Boa Vista. Sanjoanense, médico, casado, pai de duas filhas. Chaves tem um histórico de luta e de grande dedicação na área da saúde a população menos favorecida.

Muito querido na comunidade nordestina da cidade, Chaves é o primeiro vereador a se eleger pelo PCdoB em São João da Boa Vista. Cidade que teve em seu passado muitos nomes ligados ao partido no seu período de clandestinidade.
Entre vários fatos que marcaram a participação de filiados ao PCdoB, foi à construção da maior torre durante o movimento da década de 50, “O Petróleo é Nosso”, construída na principal praça no centro de São João da Boa Vista, maior que as torres fixadas na capital paulista e no Rio de Janeiro.

A direção do Comitê Municipal do PCdoB de São João da Boa Vista prestará homenagem pela eleição do companheiro Dr. Chaves, aos familiares de vários militantes do partido dos anos 50 a 70. Principalmente em memória de Manoel Ribeiro Assumpção, grande líder político do partido daquela época.

Comitê Municipal do PCdoB de São João
Celso Jardim
Presidente

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Lucas votou pela cassação de Laert


 
No período do governo do ex-prefeito Laert na prefeitura de São João, de 1997 a 2004, Laert teve vários casos que ocuparam espaço por muito tempo na mídia local. Recentemente divulgamos na internet, mais precisamente no Facebook, capas de jornais da época em que Laert costuma frequentar às primeiras páginas com notícias negativas de sua administração a frente da prefeitura da cidade.
Entre as manchetes destacamos a do Correio Sanjoanense de abril de 2004, “Prefeitura Faz Cobrança Indevida”, sobre a cobrança da administração Laert que cobrava custo do asfalto dos moradores do Jardim Itália.
E ainda a manchete do mesmo jornal de agosto de 2004, “Prefeitura firma novo contrato sem licitação com a Acepro”, sobre um contrato feito com a Associação Centro de Educação Profissional sem licitação.
Justiça cobra 583 mil da Prefeitura”, era a manchete do Correio em julho de 2004, quando o promotor da 2ª vara executou a dívida e cobrou a administração Laert e os loteadores do Jardim Itália.
Mas, a manchete que reproduzimos na internet e causou mais dúvidas além de muitos comentários foi a da edição dos jornais, Correio Sanjoanense, “Prefeito Laert tem 10 dias para defender-se do processo de Cassação” e da Gazeta de São João, “Aberto processo de cassação do prefeito Municipal”.
Muitos jovens que na época tinham entre 10 e 14 anos, foram os que mais questionaram; “Que história é essa de cassação do Laert? E por que o Lucas, seu candidato a vice hoje votou pela cassação de Laert?
Muitos não sabiam e ou não se interessaram na época que o candidato Laert Teixeira, teve um processo de cassação aprovado por 7 vereadores contra 5 contrários ao ato de improbidade administrativa cometida pelo então prefeito Laert. E o vereador Lucas de Souza foi um dos que votaram a favor de cassar os direitos políticos por desrespeitar a ordem judicial imposta pela Promotoria Pública.
Dizem que a política é dinâmica, e tudo pode mudar de uma hora para outra, o difícil é entender como em passado recente o atual candidato a vice Lucas, votou a favor da cassação de Laert e hoje estão juntos.