segunda-feira, 21 de junho de 2010

Alckmin e Serra abandonam moradores de rua nos últimos 10 anos

 
Na cidade de São Paulo, o Censo da População de Rua referente ao ano de 2009, indicou que 6.587 pessoas moram integralmente nas ruas, principalmente nas regiões centrais da cidade.
Quase metade dessa população não consegue atendimento na única política pública da prefeitura municipal e do governo do estado para a questão: pouco mais de 7 mil vagas distribuídas em hotéis, repúblicas sociais, instituições conveniadas e albergues, para quase 14 mil pessoas em situação de rua da cidade.
Conforme dados da Fundação Instituto de Pesquisa Econômica (Fipe), pelo menos 1842 crianças e adolescentes vivem nas ruas da cidade.
Em média, já estão nas ruas há três anos, a maioria entre 12 a 17 anos. 15% das crianças têm menos de seis anos.
Para a socióloga Maria Antonieta da Costa Vieira, apesar da situação caótica, a indiferença reina na cidade.
"Não é problema das ruas, é um problema da sociedade. Só que para determinados segmentos sociais – de baixa renda, com uma situação de desestruturação familiar – a rua passa a ser uma saída.
A visão da sociedade é extremamente preconceituosa. As soluções apontadas são soluções higienistas, de ‘limpa, tira, coloca em uma instituição’.”
Maria Antonieta da Costa Vieira e a economista Silvia Maria Schor são pesquisadoras da Fipe e participaram da coordenação do Censo de moradores de rua.
No processo de pesquisa, observaram que não basta ter trabalho para manter o ser humano longe da penosa vida das ruas. Para Silvia Maria, a falta de proteção da família e o uso de drogas podem influenciar na mesma medida.
“Você não sabe se a pessoa perdeu o emprego porque começou a beber ou começou a beber porque perdeu o emprego. Ou se a pessoa começou a se dar mal no trabalho porque a situação na família já estava difícil. Muito provável é um processo interativo e as mudanças vão acontecendo juntas.”
De acordo com o Censo, a idade média dos que estão na rua é de 40 anos. Cerca de 65% é parda e negra e 93% sabe ler e escrever. 70% são oriundos do estado de São Paulo, de outros estados do Brasil, e até mesmo do exterior. O restante são moradores da própria cidade.
Morar na rua tem um custo mínimo para a manutenção da vida: comida, remédios. Segundo as pesquisadoras, poucos são os que vivem somente de esmolas. Ainda de acordo com Silvia Maria Schor, quase 70%, trabalha catando latinha, desabastecimento de caixas no Ceasa, fazendo bico de segurança. Em media, ganham R$ 19 por dia, renda insuficiente para sair das ruas.
“A degradação física vai progredindo e cada vez menos os moradores de rua têm chances de ocupação ou mais regular ou menos informal.
Um jovem que fica na rua por muito tempo, para se reintegrar na sociedade novamente, fica muito difícil. As pessoas perdem a noção de tempo cronológico. Não sabem o dia da semana ou quanto tempo estão na rua. O futuro pra eles é o que estão vivendo naquele momento.”
Violência e droga
De acordo com o coordenador da Rede Rua, Alderón Pereira, a organização recebe frequentemente denúncias de violência cometidas contra os moradores de rua. A maior parte da violência é cometida por integrantes da Polícia Militar e agentes de segurança.
“A população de rua sofre muita violência. Nós sabemos de casos que a Polícia bateu e quebrou a perna de fulano, que atirou.
Os jatos de água são bem comuns. Tem uma política da prefeitura de higienização, de limpeza da cidade, de esconder essa realidade.”
45% dos moradores de rua entrevistados já se meterem em briga com espancamento e luta corporal. 27% já foi roubado. 14% já recebeu facada, tiro ou paulada. A experiência com crack é maior entre jovens de 18 a 30 anos de idade. Droga e violência são condições impostas para enfrentar a difícil vida nas ruas.
Resposta do governo estadual é pífia
Na Europa, até mesmo um observatório foi criado para monitorar o aumento da população nas ruas do continente.
De acordo com Alderón, a escassez de vagas em albergues dificulta ainda mais a vida de quem procura por esse serviço. Para pernoitar as frias madrugadas da capital paulista, uma pessoa pode passar até uma hora na fila e não encontrar vagas.
“A lei da população de rua da cidade de São Paulo estabelece que no máximo deveriam ter cem pessoas por abrigo. Hoje nós temos abrigos com 1.2 mil pessoas, outros com 250, 150. A realidade da lei ainda está longe de ser atingida.”
Segundo Alderon, apesar de ter melhorado a qualidade dos equipamentos e condições, os albergues continuam sendo serviços terceirizados pela prefeitura, que firma convênios com instituições sociais.
“A política de moradia tem que estar ligada à política de saúde, habitação. O que funciona em São Paulo é a assistência social, ou seja, a política de emergência social.”
Para Maria Antonieta, morador de rua não é apenas um problema da assistência social.
“O morador de rua tem problema de saúde, de trabalho, de habitação, ou seja, é necessária uma abordagem intersecretarial que possa atacar esse problema. Não é só arranjando um albergue.”
Sem propostas do governo pela frente, a vida deve continuar difícil nas ruas de São Paulo. A violência continuará e pode aumentar com o crescimento do repúdio dos demais moradores da cidade.
Um novo projeto de ouvidoria comunitária que funciona no Brás, todas as quintas-feiras, pretende sistematizar e mapear as denúncias de violência contra essa população. Os dados devem dar a noção da gravidade e da quantidade de violação dos direitos dessa população.
São dez anos de descaso com políticas públicas, desde 2000, nos seis anos do governo de Geraldo Alckmin e os quatro anos de José Serra, a população de rua no Estado de São Paulo aumentou 280%, sem que medidas fossem tomadas pelos governadores tucanos.
A vida para milhares de pessoas abandonadas e sem ações dos governos estaduais com políticas públicas é bem diferente do que mostra a vinheta da mentira exibida na TV, São Paulo, "um estado cada vez melhor". 

Com a Radioagência NP

domingo, 20 de junho de 2010

Momento esportivo: O Fabuloso



O Fabuloso, Luís Fabiano....Luís Fabiano... Luís Fabiano



O Fabuloso, Luís Fabiano....Luís Fabiano... Luís Fabiano

Blogosfera começa com Blog, Cureau com "fera"

Como todos nós somos descendentes dos primatas e se fizermos um DNA na procuradora eleitoral do TSE, Sandra Cureau, vai aparecer elos com ligação genética com tipos de bichos, ainda não identificados, que pode ser até de uma fera.
O que se sabe é que sua ligação com outros da mesma espécie pode servir pré-analise do DNA político da procuradora que ataca como uma fera a Blogosfera.
A convivência profissional diária com uma velha amiga, colega desde os 18 anos de idade, quando foram calouras da Faculdade de Direito em Porto Alegre,a ministra do Supremo Tribunal Federal, Ellen Gracie.
“Nessa turma também estava o Manoel Castilho, que foi consultor-geral da República e é casado com a Ela, nossa caloura”, lembra Gracie.
“E o Jobim (o ministro da Defesa Nelson Jobim) era nosso veterano”, recorda, rindo. Sandra Cureau admite que, durante as sessões do TSE, tem de se controlar quando dialoga com a velha amiga sobre os processos em julgamento. “Sabe que às vezes dá vontade de dar uma risada? Mas nós duas mantemos a postura formal, claro.”
O meio tucano pode dar uma pista que tipo de elo genético que pode ter a procuradora eleitoral que resolveu sair a caça da blogosfera, principalmente os blogs progressistas.
Vários sites e blogs conhecidos como a dita "branda" da comunicação continuam sem identificação de seus autores livremente podem escrever o que quiser sem ser observados pela fera da procuradoria eleitoral.
Mas, essa proteção aos blogs e sites defensores dos torturadores e estupradores do regime militar que continuam espalhando a tortura ideológica como sempre fizeram seus ídolos nos anos de chumbo.
Atacam todos os movimentos sociais, entidades da sociedade organizada, sindicatos e qualquer instituição que tenha vínculo com movimentos populares, e o governo popular e bem avaliado do presidente Lula.
Os jornais da imprensa golpista e que eram coniventes ou cresceram na época da ditadura podem apresentar fichas falsas de candidatos, desmerecerem ações do governo federal, criar factóides com dossiês falsos e dizer até que o seu candidato preferido, José Serra, é o melhor, que representa a continuidade do governo Lula, que tanto eles combatem.
E a procuradora fera nesses casos é um gatinho manso, ou uma coruja que não enxerga de dia, e nada faz para coibir os jornalões e seus colunistas de origem suína.
Parece que nesse caso está fácil de identificar o código genético da fera, deve ser de ave com plumagem colorida de bico torto e virado para a direita.

Convenção do PCdoB-SP e a união de forças de esquerda

A convenção eleitoral homologou o apoio do PCdoB-SP à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à Presidência da República, Aloísio Mercadante (PT) ao governo do estado e Netinho de Paula (PCdoB) e Marta Suplicy (PT) ao Senado Federal.
Também foi aprovada a lista com o nome de 12 candidatos do PCdoB à Câmara Federal entre eles o deputado Aldo Rebelo; do delegado de Polícia Federal, Protógenes Queiroz. Na disputa pelas vagas na Assembleia Legislativa, o PCdoB-SP lançou uma chapa com 88 candidatos.
A Resolução da Convenção Estadual Eleitoral do PCdoB-SP, aprovada durante o primeiro momento da convenção, afirma que o partido irá participar de forma destacada na aliança formada por Dilma e Mercadante.
É hora de colocar São Paulo em compasso com o novo projeto de desenvolvimento nacional, soberano, sustentável, democrático, com distribuição de renda e valorização do trabalho e da produção.
O caminho é a vitória de Dilma e Mercadante, e a eleição de Netinho de Paula e Marta Suplicy para o Senado, registra o documento.
A coligação para a eleição Majoritária no estado reúne 12 partidos PT, PDT, PR, PRP, PSDC, PTdoB, PTC, PRB, PPL, PTN, PRTB e PCdoB. Já a coligação para eleição proporcional de deputados federias recebeu a adesão do PT, PR, PRB, PTdoB e PCdoB.
O presidente nacional do PCdoB, Renato Rabelo, lembrou que São Paulo tem o desafio de eleger um candidato que contribuiu para o êxito do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Mercadante irá abrir um novo caminho para São Paulo. O povo brasileiro quer a continuidade do governo Lula, e essa continuidade em São Paulo significa a eleição de Mercadante.
Segundo o deputado Aldo Rebelo que concorre ao 6º mandato na Câmara Federal é necessário fazer política no sentido mais elevado da palavra.
Ele falou da consolidação de um projeto de país mais justo, forte e melhor. Devemos trabalhar para construir um Brasil que possa oferecer emprego, renda, saúde e educação para o povo.
O senador Eduardo Suplicy lembrou o escritor português José Saramago que morreu na última sexta-feira (18), e quis prestar uma homenagem a José Saramago, que tanto honrou e respeitou os Partidos Comunistas em todo mundo. 
Suplicy afirmou ainda que em 2010 São Paulo terá a chance de eleger sua primeira representante mulher e seu primeiro representante negro no Senado Federal. 
O candidato ao governo do estado de São Paulo, Aloísio Mercadante, iniciou seu pronunciamento afirmando que durante toda sua militância contou com o apoio e a presença do Partido Comunista do Brasil.
Mercadante disse que as eleições desse ano têm a importante missão de garantir e assegurar aos cerca de 200 milhões de brasileiros os avanços conquistados no governo Lula.

sábado, 19 de junho de 2010

Presidente Lula valoriza Agricultura Familiar

O Brasil Rural Contemporâneo é o maior evento da América Latina de exposição e venda de produtos da agricultura familiar. Ao todo, nas seis edições realizadas desde 2004 – quatro em Brasília (DF) e duas no Rio de Janeiro (RJ) – cerca de 700 mil pessoas compraram e saborearam produtos e se deliciaram com espetáculos e apresentações culturais.
Em maio deste ano foi realizada uma edição especial em Porto Alegre (RS). Montada no Cais do Porto, a feira recebeu cerca de 160 mil visitantes e proporcionou negócios de R$ 11 milhões.
A feira reflete a importância do setor para a economia do País. No Brasil, há mais de 4,3 milhões de propriedades agrícolas familiares, que respondem pela produção de 70% dos alimentos consumidos diariamente pelos brasileiros.
O Censo do IBGE/2006 aponta que a agricultura familiar é responsável por sete em cada dez ocupações no meio rural, contando com apenas 24,3% da área total dos estabelecimentos rurais. Os agricultores familiares produzem 87% da mandioca consumida no Brasil, 70% do feijão, 58% do leite e 46% do milho.
Os recursos disponíveis para custeio, investimento e comercialização do Pronaf é de R$ 16 bilhões (R$ 1 bilhão a mais que no ano passado). Houve também alteração dos limites de financiamento: Pronaf Jovem e Semiárido passaram de R$7mil para R$10mil; Agroindústria, de R$18mil para até R$20mil.
Foram reforçados também o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Em sua fala, Alberto Broch disse que o Plano Safra consolida ano a ano as políticas públicas conquistadas pela agricultura familiar.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou no lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar 2010/11, as conquistas da Agricultura Familiar nos últimos oito anos. “Antes discutíamos o êxodo rural, hoje percebemos que as pessoas estão voltando ao campo, porque foram criadas as condições para produzir com dignidade”, lembrou o presidente, que destacou a importância do Estado em garantir infraestrutra no meio rural. “Na hora que o mercado não vê rentabilidade, entra o estado para levar benefícios, sobretudo onde o mercado não vê rentabilidade”.
Lula ressaltou a importância do crédito oferecido por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que avançou de R$ 2,4 bilhões na safra 2002/2003 para R$ 16 bilhões na safra 2010/2011, um crescimento de 572%. Ele atribuiu este avanço a atuação dos bancos do Brasil (BB), do Nordeste (BNB) e da Amazônia (Basa), que passaram a atender também os agricultores familiares.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

PCdoB: "Quem garante a continuidade é Dilma"


Em convenção eleitoral nacional, realizada na noite desta quarta-feira (16), o PCdoB aprovou por unanimidade o apoio dos comunistas à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à Presidência da República.
A convenção reuniu militantes, dirigentes, amigos e apoiadores da candidatura Dilma Rousseff em um grande evento na capital federal.
A reunião contou também com a presença do vice-presidente da República José Alencar, do presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra; do vice-presidente nacional do PSB, Roberto Amaral e do ministro de Secretaria de Assuntos Estratégicos, Samuel Pinheiro Guimarães.
Realizado no Centro de Convenções Brasil 21, em Brasília, o encontro aprovou ainda um documento com as contribuições do Partido para o programa de governo de Dilma.
No documento, o PCdoB destaca a importância das eleições deste ano: “As eleições de outubro serão decisivas para os destinos do país.
Estão em confronto dois campos políticos antagônicos. A aliança de partidos, movimentos populares, setores sociais e empresariais democráticos, liderada pelo presidente Lula versus legendas que sustentaram o governo neoliberal de FHC que levou o Brasil à estagnação e até mesmo à decadência”, afirma o documento aprovado.
O presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, afirmou que " a oposição adota linha pendular: ora diz que pretende ser o pós-lula, ora mostrar os dentes com factóides. O fato é que temos programa e a oposição patina sem propostas".
“Neste embate não há meio termo. Seu resultado ou garantirá a continuidade do ciclo político virtuoso aberto pelo presidente Lula, ou será o retrocesso com o retorno daqueles que arrasaram o Brasil”.
O presidente nacional do PCdoB, Renato Rabelo, fez o discurso de abertura do evento e lembrou que Dilma é a continuidade do governo Lula. “Coube a Lula indicar quem ele avalia ser a continuadora desse expressivo trabalho de governo, de esperança para o povo e para o país. Lula escolheu Dilma.
Renato também lembrou que "o presidente Lula deixa de aparecer na lista de votação pela primeira vez desde 1989, mas deixa um legado e uma herança apreciável, com importantes conquistas para o povo".
Ela foi investida da responsabilidade de dar continuidade ao projeto e aos compromissos firmados pelo governo Lula. "Quem garante a continuidade é Dilma”, disse Renato Rabelo.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

PIG enfraquecido tem medo de perder o financiador

O medo de perder o grande financiador, o PIG - Partido da Imprensa Golpista, resolveu atacar a mídia independente, e enviam informações sobre a globosfera ao TSE que tem se comportado favoravelmente ao candidato tucano.
Serra do PSDB fez propoganda eleitoral ilegal e antecipada nos vídeos exibidos pelos partidos DEM e PPS e não foi penalizado pela aparição ilegal, e a imprensa golpista não comenta.
A amizade entre José Serra e a imprensa golpista custou R$75.913.495,60, mais de setenta e cinco milhões de reais como está publicado no Diario Oficial de São Paulo, vejam:



Por que as mídias alternativas começam a ser atacada pela imprensa golpista, como em recente matéria do Estado de S.Paulo que trás informações da Blogosfera.
Por que a Globo, a editora Abril e o grupo Folha de S.Paulo que tanto atacam o aumento aos aposentados sancionado pelo presidente Lula, e devem juntas a previdência social uma fortuna.
Por que a mídia Golpista defende tanto Serra, ou será que estão com medo de perder o grande financiador de suas empresas. Recordem e vejam os bastidores da tentativa da TV Globo de encobrir posse ilegal de terreno público, usado há mais de 12 anos sem pagar nada.



A mídia alternativa e a Globosfera estão acabando com a sujeira que antes era colocada em baixo do tapete do interesse econômico próprio e da pré-campanha explícita de José Serra

A luta pela democratização da comunicação e mídia alternativa incomodam os políticos que financiam o PIG



Depois do lançamento em maio com o objetivo de contribuir para a democratização dos meios de comunicação e fortalecer as mídias alternativas, o Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé agora é criado também em Minas Gerais.
A entidade tem como o patrono o sarcástico e pitoresco jornalista Apparicio Torelli um dos precursores da mídia alternativa no Brasil.
Barão de Itararé, como era conhecido, ficou na história pela sua capacidade única de fazer criticas ácidas, irônicas e ao mesmo tempo com forte carga de humor.
Além do jornalismo, Apparicio teve uma destacada participação política na cidade do Rio de Janeiro, sendo eleito vereador pelo Partido Comunista do Brasil com expressiva votação.
Para lançar a entidade em Minas a abertura teve o debate “O PIG está a UTI”, com um dos mais influentes jornalistas do Brasil.
Paulo Henrique Amorim participa da linha de frente da construção da mídia alternativa. Através de seu blog, Amorim disserta sobre a política brasileira com a capacidade crítica e o espírito bonachão que faz lembrar o falecido Barão.
Criador da alcunha “PIG” (Partido da Imprensa Golpista) o jornalista denuncia diariamente o esforço sistemático da grande mídia para desestabilizar o governo de Lula e reavivar o projeto neoliberal.
Para Amorim, o PIG está na UTI. A saúde do Partido Golpista anda abalada pelo sucesso do governo de Lula e pela dificuldade do candidato da coligação PSDB-DEM-PIG em emplacar nas eleições de 2010.
O debate ainda teve a presença do presidente nacional da entidade, Altamiro Borges, referência da luta pela democratização da mídia. Miro em Minas inaugurou o Centro Barão de Itararé no estado.
Para o diretor do sindicato dos jornalistas de Minas Gerais, Kerison Lopes, o lançamento da entidade no estado mais que oportuno é fundamental. “Em Minas vivemos tempos de pouca liberdade e controle político dos meios de comunicação.
A criação do Centro de Estudos Barão de Itararé é recebido pelos mineiros como um importante instrumento para construção de alternativas midiáticas”.
A mídia alternativa e principalmente a Globosfera tem incomodado e muito os integrantes do Partido da Imprensa Golpista e todos os políticos que financiam a mídia golpista.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Congresso altera o Pré-sal e as prioridades nacionais


 
Aproxima-se do desfecho a definição do chamado marco regulatório à exploração do petróleo na zona marítima do pré-sal. Alguns consensos políticos emergiram desde que o Poder Executivo enviou ao Congresso no mês de outubro de 2009 os vários Projetos que compunham as novas regras para exploração do petróleo nesta área.
Há praticamente três questões-chave, sendo que apenas uma delas esta resolvida:
1 – o papel da Petrobras como principal operadora da área, agora capitalizada pela União pela entrega de cinco bilhões de reservas medidas de petróleo à empresa (Projeto já aprovado nas duas Casas do Congresso);
2 – a divisão dos “royalties” entre estados e municípios;
3 – a criação do Fundo Social e Ambiental para financiar políticas sociais em longo prazo.
A questão resolvida significa uma mudança no marco regulatório anterior, fixado ainda no primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC), no qual o papel das concessões privadas à exploração do petróleo e a própria semi-privatização da Petrobras (redução do capital da União na empresa), fica agora modificado para a zona do pré-sal; e pela capitalização da empresa, com maioria absoluta do capital estatal.
Segunda e terceira questões para a nova regulamentação levantam problemas federativos e de distribuição dos ganhos de produtividade desse recurso natural, que infelizmente estão sendo tratados, a nosso ver, de maneira indevida.
A divisão interestadual dos royalties, segundo Projeto aprovado na Câmara e corroborado por emenda do senador Pedro Simon (PMDB) no senado, repetiria o critério igualitário de repartição do Fundo Tributário para Estados e Municípios. As perdas dos atuais estados produtores, segundo a emenda do Senador Simon, deviriam ser ressarcidas ou pelo Tesouro da União ou pelas próprias regras de repartição das demais distribuições dos recursos do próprio pré-sal.
Ora, como o tesouro da União não pode distribuir aquilo que não possui, a consequência da emenda do senador Simon é avançar nos “royalties” da União, especialmente na parte que se destinaria à constituição do Fundo Social e Ambiental – um fundo de reserva cujo objetivo principal seria o de financiar política sociais e de proteção ao meio ambiente.
O tratamento eleitoral da questão federativa não é um bom critério para divisão dos “royalties” do petróleo, que, diga-se de passagem, não é tributo para merecer o mesmo tipo de divisão do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
Por outro lado, o fundo de reserva para a Seguridade Social, seja ele oriundo do pré-sal ou de outra fonte, é essencial para o futuro da repartição da renda social no Brasil.
Dinâmicas demográficas e de consciência dos direitos sociais certamente farão crescer em média prazo a despesa pública ligada aos sistemas de direitos sociais. Trocar esta prioridade por barganhas imediatas, ligadas a estratégias e veleidades estaduais, não ajuda o Brasil nem tampouco os seus Estados.
Certamente, a ideia do Fundo Social não teve uma tramitação brilhante, nem seus objetivos, recursos e institucionalidade mereceram maior destaque no trabalho do Congresso. O assunto não cola com a pressa de apresentar novidades imediatas a serem avaliadas na campanha eleitoral.
Possivelmente o assunto do pré-sal, naquilo que não é consenso, cairá em planejado esquecimento nacional, já que as emenda feitas pelo Senado retornarão à Câmara Federal. Mas se prevalecer o critério puramente imediatista, também na Câmara, o Projeto seguirá como saiu do Senado para a presidência da República.
Este, Presidente Lula, certamente deverá vetar aquilo que não combina com teor original das mensagens do Executivo, que no caso, são bem melhores do que aquilo que está saindo do Congresso.

Reprodução da matéria de Guilherme Delgado, economista e pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

terça-feira, 15 de junho de 2010

Valor da aposentadoria chega a 2 mil dólares

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o reajuste de 7,72% para os aposentados que ganham mais de um salário mínimo. A decisão foi tamada após uma reunião longa com a equipe econômica do governo. O reajuste é retroativo a janeiro deste ano e representa quase 50% (6X7,72%) do valor da época.
Líderes de partidos aliados e de oposição elogiaram a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de sancionar o reajuste de 7,72% para os aposentados que ganham acima de um salário mínimo. A pouco mais de três meses para a eleição presidencial, os líderes oposicionistas evitaram criticar a decisão do presidente Lula.
Quem recebia R$ 1 mil em janeiro deverá receber o valor acumulado em agosto mais de R$ 1.660,00, e R$ 1.077,20 por mês a partir de setembro.
Mesmo com todas as alterações do orçamento que a medida irá provocar no orçamento da União, Lula é uma pessoa que antes de ser e decidir sua posição de presidente da nação tem a sensibilidade de perceber a necessidade de todos, e procurou recompensar as perdas das aposentadorias durante o governo de FHC.
Antes da medida aprovada por Lula a aposentadoria variava com base no salário mínimo de R$ 510,00 até R$ 3.416,54 (valor máximo corrigido anualmente) dependendo do tempo e valor da contribuição.
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse, ao sair da reunião, que o presidente Lula orientou a equipe econômica a fazer os cortes necessários em outras despesas para compensar os gastos com o reajuste.
Ele voltou a afirmar que não haverá redução em investimentos, mas em custeio e em emendas parlamentares. Segundo ele, os cortes “vão doer”, mas serão necessários para equilibrar as contas públicas.
“Vamos reduzir emendas parlamentares e custeio. Não faremos cortes em investimentos, porque já cortamos R$ 10 bilhões, mas será importante para cumprir as metas de equilíbrio fiscal e cortaremos R$ 1,6 bilhão para não alterar o Orçamento”, afirmou o ministro.
 Salário mínimo pago no Brasil nos últimos 10 anos:
1999 - R$ 136 (FHC) (78 US)
2000 - R$ 151 (FHC)
2001 - R$ 180 (FHC)
2002 - R$ 200 (FHC)
2003 - R$ 240 (Lula)
2004 - R$ 260 (Lula)
2005 - R$ 300 (Lula)
2006 - R$ 350 (Lula)
2007 - R$ 380 (Lula)
2008 - R$ 415 (Lula)
2009 - R$ 465 (Lula)
2010 - R$ 510 (Lula) (290 US)

segunda-feira, 14 de junho de 2010

As coisas acontecem quando uma nação e seu povo estão juntos

A inauguração do Gasoduto Rio de Janeiro-Belo Horizonte (Gasbel II) nesta segunda-feira (14/6) é mais um sinal de que o Brasil está no rumo certo.
A Petrobras não tinha que “se contentar” com o gás natural da Bolívia nem em importar navios e equipamentos de fora, como muitos acreditavam há oito anos, afirmou o presidente Lula durante a cerimônia realizada no município de Queluzito (MG).
Citando uma matéria do jornal O Globo deste fim de semana, “Petrobras Made in Brasil”, sobre o aumento do índice de participação da indústria nacional nas compras da empresa, Lula afirmou que “estamos provando que ninguém melhor do que nós, que ainda temos muito para aprender e fazer, que quando uma nação, um povo, um presidente, resolve fazer as coisas, elas acontecem”.
O presidente disse, todo orgulhoso, que vai fazer um pôster da primeira página do jornal e colocá-lo em sua sala.
Ele lembrou ainda da construção do primeiro navio petroleiro no Brasil em 13 anos, o João Cândido, lançado em maio passado no Porto de Suape (PE), que marcou a retomada da indústria naval brasileira. “Esse navio foi feito por brasileiros, homens e mulheres, que cortavam cana no Nordeste brasileiro. Analfabetos, eles foram preparados, formados para construir um extraordinário navio”, explicou Lula.
A inauguração do gasoduto em Minas Gerais pela Petrobras poderá ajudar ainda fazer o Brasil reduzir suas importações de fertilizante e uréia, hoje quase totalmente comprados fora. Isso será um ganho para a região, que é agrícola e leiteira, observou o presidente.
O gasoduto inaugurado tem 267 quilômetros de extensão e capacidade de transportar 5 milhões de metros cúbicos por dia para Minas Gerais. Segundo a Petrobras, o investimento total na obra foi de R$ 1,28 bilhão, tendo gerado 21,9 mil empregos diretos e indiretos.
A expansão da rede de transporte em Minas Gerais faz parte do projeto da Petrobras de promover o crescimento da indústria de gás natural do Brasil. Nos últimos sete anos, a rede de gasodutos do país foi ampliada e integrada, por meio do Gasoduto da Integração Sudeste-Nordeste (Gasene), inaugurado em março.
Em dezembro de 2002, eram 5.607 km. Em dezembro deste ano, alcançará 9.626 km, quase o dobro. ( Com Blog do Planalto)

Vale cultura para todos os trabalhadores


A possibilidade do trabalhador brasileiro ter mensalmente um valor para poder investir em cultura está sendo amplamente discutida pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Estado de São Paulo (CTB-SP).
Nas constantes reuniões da diretoria executiva da Central o assunto é abordado e analisado criteriosamente. A diretoria da CTB-SP é unânime pela aprovação do Vale-Cultura, proposta do Governo Federal que tramita na Câmara dos Deputados.
O que de fato a CTB-SP defende é que o trabalhador tenha acesso a espetáculos, shows, filmes, festivais populares e outras manifestações culturais, além de poder de compra para CDs, DVDs e livros. O direito a cultura é tão importante como o direito à alimentação e ao transporte.
Queremos que o Vale Cultura chegue ao bolso do trabalhador o mais rápido possível. Essa é mais uma bandeira de luta da CTB São Paulo.
Para fomentar essa discussão, a CTB-SP lançou um informativo especial sobre o Vale-Cultura




sábado, 12 de junho de 2010

Serra: Quando vocês vão me arrumar um "vice então"?


 Um dos personagens do mestre Ariano Suassuna, em Alto da Compadecida, pode servir de inspiração para Serra arrumar o "Vice então". Insere elementos da tradição da literatura de cordel, de gênero comédia apresenta traços do barroco católico brasileiro, mistura cultura popular e tradição religiosa. Tem até um personagem estilo DEM, o Vicentão.

 
O cancioneiro popular, a moda da viola que a gente ouve lá da varanda que as vezes o som pode vir do rádio ou de uma moda improvisada na porta de uma vendinha lá nas cidades "tiriricas", como Serra costuma se referir a cidades distantes de São Paulo. Toca a música do Vicentão, que Serra não sabe como é bom ouvir uma moda de viola.


 Os padrinhos do DEMônio já estão esperando no altar, o padrinho mais importante, FHC, já está pronto no altar com o discurso "Não me venham com nhe..nhe..nhem..,", e Roberto Freire, o coroinha da cerimônia que nunca foi católico, inconformado fica muito chateado porque ainda não acharam o "vice então".