sábado, 12 de junho de 2010

PAC moderniza o cenário de uma época de triste lembrança


A recuperação do centro antigo da capital baiana vai receber R$ 627 milhões e faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) das Cidades Históricas.
Antes da cerimônia na Praça Thomé de Souza, onde foi montada infraestrutura para receber a população, o presidente Lula visitou o Palácio Rio Branco, ao lado do Elevador Lacerda, totalmente recuperado dentro deste programa de obras dos monumentos históricos.
O presidente ficou bastante impressionado com o trabalho desenvolvido pelos técnicos que resultou na restauração integral no prédio.
No discurso, Lula voltou a lembrar dos jovens ao informar que 176 mil jovens puderam conquistar uma profissão por meio do programa Próximo Passo, destinado a beneficiários do Bolsa Família, e sugeriu aos empresários e prefeitos que contratem esses formandos em suas obras.
O presidente conversou com os barraqueiros que reivindicam montar seus negócios na orla marítima da cidade. Com paciência, o presidente informou que conversou por telefone com a secretária do Patrimônio da União e obteve informação da impossibilidade de qualquer construção física na orla.
Segundo ele, este impedimento é estabelecido pela Constituição federal. Assegurou, porém, que se reunirá na próxima semana para tentar uma solução para a questão.
Depois, o presidente falou sobre a assinatura do decreto de criação de unidades de conservação e parques nacionais na Bahia, lembrando do compromisso assumido pelo Brasil na Conferência Mundial sobre Mudança do Clima (COP-15), realizada em Copenhague (Dinamarca) no final do ano passado, de reduzir em até 80% do desmatamento na Amazônia, bem como a redução de emissão de gás que causa o efeito estufa.
A palavra pelourinho se refere a uma coluna de pedra, localizada normalmente ao centro de uma praça, onde criminosos eram expostos e castigados. No Brasil Colônia era principalmente usado para castigar escravos com chicotadas.
O Pelourinho é o nome de um bairro da capital do estado brasileiro da Bahia, localizada em seu Centro Histórico, que possui um conjunto arquitetônico colonial (barroco português) preservado e integrante do Patrimônio Histórico da UNESCO.
O investimento do PAC no Pelourinho resgata e preserva o cenário onde muitos escravos eram castigados no passado, e recentemente pela maioria da população baiana que sofria com o domínio na política do clã de ACM (Arena, PFL, DEM) voltada para os grupos formados por senhoris, e que o governo da Bahia está se livrando há quatro anos.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Serra que acabar com as drogas, vejam como ele fez em São Paulo


Mesmo sem ter participado diretamente das gravações, o pré-candidato, José Serra (PSDB), ocupou a maior parte do tempo da publicidade partidária gratuita do PPS, exibida na noite desta quinta-feira, 10, na televisão.
O presidente nacional do partido, Roberto Freire, citou ter um longo relacionamento com o "companheiro Serra", e disse que o pré-candidato sempre teve uma relação de "profundo respeito" com o PPS.
Durante o programa Serra cometeu o segundo crime eleitoral em curto espaço de tempo, apareceu falando a exemplo do que havia feito o DEM, com exibição de imagens de Serra durante o lançamento de sua pré-candidatura, em março deste ano.
A parte principal de seu discurso foi em defesa de uma política de criação de empregos de qualidade, educação, saúde e combate à violência e às drogas.
Serra foi prefeito de São Paulo de 2005 a 2006, e governador do estado até abril deste ano , quanto ao seu posicionamento sobre os temas abordados no programa eleitoral, disse que o país precisa de emprego com qualidade.
Deve ter se referido ao emprego do presidente do PPS, Roberto Freire, que mora em Recife e trabalha na prefeitura de São Paulo e recebe jetons (salário por participação em reuniões) de R$ 12 mil, por reunião que acontece uma ou duas vezes por mês.
Quando se referiu a educação de qualidade não deve ser a que ele adotou e fracassou em São Paulo com distribuição de livros contendo, mapas geográficos errados, palavrões e pornografia para jovens de 8 a 12 anos.
E sobre a saúde que pretende melhorar também não deve ser a mesma que ele implantou em São Paulo, com terceirizações de serviços, e dando prioridade a atendimento a particulares em hospitais públicos em prejuízo aos usuários do SUS.
Na área de segurança o estado de São Paulo paga o segundo pior salário para as policiais, civil e militar, do país, além de registrar nos últimos anos aumento da criminalidade no estado todo, capital e interior.
E sobre a violência e as drogas, as imagens abaixo mostram o quanto Serra tanto prefeito, e também governador, resolveu os problemas das drogas, e do tráfico entre menores de idade.

Governo Lula e o espetáculo que não queriam ver


O presidente Lula quando previa que em seu governo aconteceria o espetáculo do crescimento, a oposição comandada pelos demotucanos e seu grande partido, o da imprensa golpista, o criticavam e desdenhavam das previsões  futuristas da área econômica do governo.
Nesses quase oito anos o visível crescimento de novos empregos, que deve chegar à casa dos 14 milhões de novas carteiras de trabalho assinadas em dezembro, recorde de produção da indústria, de reserva de capital e mesmo assim a torcida de alguns sempre foi contra.
Destacamos algumas das inúmeras opiniões semelhantes disparadas desde o primeiro ano de governo por grandes analistas e políticos fracassados ou frustrados e também da imprensa golpista que insiste em não ver o quanto país mudou e cresceu no governo Lula.
2003. Folha de S.Paulo: Lula se utilizou de suas tradicionais metáforas para pedir paciência para os resultados das últimas medidas. Ele mencionou novamente que "um pé de feijão leva 90 dias para nascer e um filho durante os nove meses de gestação".
2004. Folha Online do grupo Folha, não leia podes entrar em frias, trazia em destaque à fala de quem nunca deveria abrir a boca depois do seu sofrível governo: “O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso criticou hoje as promessas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao dizer que nenhum governante pode propor o "espetáculo do crescimento" como fez o petista.
2006. Reinaldo Azevedo, que a globosfera chama-o de “Abestalhado”, e eu não sei por que, se é pela fisionomia ou pelo que escreve sobre o governo Lula: “Lula é mesmo um milagre. Caso se esforçasse para ser tão ruim, não alcançaria as dimensões que alcança tentando ser o melhor. No segundo mandato, sugiro que trabalhe apenas a metade para ver se rende o dobro”.
2008. Revista Veja, aquela quem só vê quem não enxerga: “Bom mesmo foi o ano para o cinema de modo geral no Brasil. O setor fechou 2009 com 111 milhões de ingressos vendidos. Um expressivo crescimento de 25% em comparação aos 89 milhões de tíquetes vendidos em 2008. Para um ano em que o PIB estagnou, é um caso típico de espetáculo do crescimento”.
2009: Antes do carnaval do ano passado a revista Época do grupo “Globo” que nasceu e cresceu na ditadura destacava: “O espetáculo do crescimento vai ser uma comédia. A bordo de carros populares, o governo sai em louca disparada atrás das metas de inflação. Não perca as sensacionais derrapadas e os múltiplos atropelamentos de radicais na Esplanada dos Ministérios”.
2010: Quando deixou o governo de São Paulo em abril, José “Trololó” Serra declarou tudo em trololês: “Que sua gestão diminuiu a carga tributária individual, desonerou setores-chaves na economia e conseguiu triplicar os investimentos públicos.Vamos investir R$ 64 bilhões até o final deste ano. Sem compromissos com o espetáculo, disse, em referência indireta ao presidente Lula, que, em seu governo, disse que o País assistiria a um espetáculo do crescimento”.
O espetáculo do crescimento
Com o Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre de 2010 teve um desempenho fortíssimo puxado pela indústria e pelos investimentos e foi batido o recorde de "crescimento" não só do conjunto da economia, mas também de vários setores.
O PIB trimestral cresceu 9% ante o mesmo período de 2009, a maior taxa de expansão da série iniciada em 1995. Em valor, o PIB do trimestre foi de R$ 826,4 bilhões.
Agora os demotucanos e a imprensa golpista são obrigados a aceitar algumas coisas, como fala o presidente Lula no final do vídeo abaixo, uma delas deve ser "O show ainda não terminou".  

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Trololó fica tão feliz com o PIB e sai cantando

O pré-candidato, José Serra, disse ontem após o anuncio recorde do PIB e comentou bem baixinho aos acompanhantes de sua campanha que o "desequilíbrio externo é um ponto fraco", o tucano reagiu, sem saber que a conversa era captada pelos gravadores.
"Não vou ficar falando contra. Se não, vão botar no "Jornal Nacional". Todo mundo feliz, e eu falando de desequilíbrio externo", avaliou.
Serra, porém, acabou abordando o assunto: "A base de 2009 favorece um crescimento maior. É bom que haja essa recuperação. Estou feliz.
Me preocupa que o investimento agregado ainda tenha caído, e o desequilíbrio externo esteja galopando pela aceleração da importação e o comportamento moderado das exportações".
Enquanto Dilma Rousseff comemorou, os números do PIB. "Tá crescendo a 11%. Nem na China. São níveis que você vê na China. Até o final do ano vai ficar entre 6,5% e 7%."
Ontem em entrevista Dilma culpou a gestão de Fernando Henrique Cardoso por parte da dívida externa, acrescentando que "a situação do Brasil era periclitante" quando Lula assumiu.
José Serra demonstrou mais uma vez como o sucesso do governo Lula o incomoda, e colegas da imprensa quando conversam ou entrevistam o tucano dizem que ele não consegue esconder mais as reações e demonstra nas expressões faciais.
Ontem ao declarar que ficou contente em saber dos números recordes de crescimento do Produto Interno Bruto, Serra parecia estar com ar de decepcionado com a boa notícia para a economia do país.
Serra evita criticar alta de 9% do PIB e se diz "feliz", destacam os jornais.
Deve ter ficado tão sem palavras para dizer isso que era melhor ele sair cantando é lógico na sua língua o trololês, que tem até música, mas igual aos discursos de Serra não tem letra, ou melhor letras.

terça-feira, 8 de junho de 2010

A falsa acusação de Serra não escondeu o rabo preso

    
Parcela do povo brasileiro que não entendia porque as privatizações fizeram muito mal a economia do país e ao próprio orgulho do povo, como tem hoje na estatal Petrobras, em pouco tempo saberá o que estava por trás do martelo.
Vai começa a ver e entender o que existia com a revelação dos melhores momentos dos oportunistas ao usarem o discurso de que o Brasil precisa entrar na era da globalização.
Está comprovado que a "doutrina da privatização" foi ativamente praticada e promovida pelas administrações Ford, Carter e Reagan nos Estados Unidos, e pela administração Thatcher no Reino Unido.
Na América Latina o primeiro país a adotar esse processo foi no Chile no governo de Augusto Pinochet em 1973. Serra depois que saiu do país em 64 andou pela Colômbia, EUA e voltou para a América Latina em 66 e viveu no país chileno até o fim de 73.
No Brasil, o processo de desestatização consistiu principalmente em tornar o Estado um sócio minoritário, pois grande parte das empresas já era de capital aberta e negociada em bolsa de valores e o Estado Brasileiro, através do BNDES, continuou como sócio minoritário.
A estratégia recomendada pelo chamado Consenso de Washington que, segundo então diziam seus seguidores, aceleraria o crescimento econômico nos países que o adotassem. E não foram poucas empresas privatizadas no Brasil, mais de 120 empresas estatais.
As transformações requeridas pelo novo modelo de produção na economia mundial flexibilizam não só o processo produtivo, como a organização e até os contratos de trabalho, desestabilizando a ação dos sindicatos que foram extintos.



Como disse FHC "Quem quis privatizar a Vale do Rio Doce, foi o Serra". Os brasileiros que sofreram com os porões da ditadura e suas sequelas no corpo e que não cicatrizaram até hoje nas tristes lembranças dos piores momentos de nossa história.
Em breve irá ver outro tipo de abuso, não de violência e tortura, e sim o da esperteza e dos aproveitadores em "Os porões da privataria". Livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr.
Quem recebeu e quem pagou propina. Quem enriqueceu na função pública. Quem usou o poder para jogar dinheiro público na ciranda da privataria. Quem obteve perdões escandalosos de bancos públicos.
Quem assistiu os parentes movimentarem milhões em paraísos fiscais. Um livro do jornalista Amaury Ribeiro Jr., que trabalhou nas mais importantes redações do país, tornando-se um especialista na investigação de crimes de lavagem do dinheiro, vai descrever os porões da privatização da era FHC.
Seus personagens pensaram ou pilotaram o processo de venda das empresas estatais. Ou se aproveitaram do processo. Ribeiro Jr. promete mostrar, além disso, como ter parentes ou amigos no alto tucanato ajudou a construir fortunas.
Entre as figuras de destaque da narrativa estão o ex-tesoureiro de campanhas de José Serra e Fernando Henrique Cardoso, Ricardo Sérgio de Oliveira, o próprio Serra e três dos seus parentes: a filha Verônica Serra, o genro Alexandre Bourgeois e o primo Gregório Marin Preciado. Todos eles, afirma, tem o que explicar ao Brasil.
Ribeiro Jr. vai detalhar, por exemplo, as ligações perigosas de José Serra com seu clã. A começar por seu primo Gregório Marín Preciado, casado com a prima do ex-governador Vicência Talan Marín. Além de primos, os dois foram sócios.
O “Espanhol”, como Marin é conhecido, precisa explicar onde obteve US$ 3,2 milhões para depositar em contas de uma empresa vinculada a Ricardo Sérgio de Oliveira, homem-forte do Banco do Brasil durante as privatizações dos anos 1990.
E continuará relatando como funcionam as empresas "offshores" semeadas em paraísos fiscais do Caribe pela filha, e sócia do ex-governador, Verônica Serra e por seu genro, Alexandre Bourgeois. Como os dois tiram vantagem das suas operações, como seu dinheiro retorna ao Brasil.

domingo, 6 de junho de 2010

Fábrica PSDB - Produzimos Seu Dossiê Barato


Acompanhando os textos de vários colegas da imprensa notei que nessa história do Dossiê "Cain e Abel" dos tucanos é que alguns não optaram pela suíte, a retomada da informação, do caso desde o início da disputa da convenção tucana que escolheria o candidato do PSDB a presidente, e que não foi realizada por manobras de José Serra.

Pois bem, no dia 01/11 do ano passado Kfouri noticiou em seu blog o incidente, com um texto intitulado “Covardia de Aécio Neves”, em que afirma que o político empurrou e deu um tapa em sua namorada, a estilista Letícia Weber, numa festa no Rio de Janeiro, no dia 25/10.

Todo mundo sabe que o jornalista esportivo Kfouri, é um tucano-serrista, e nesse caso a publicação do fato já foi encarada como uma tentativa de denegrir a imagem de Aécio Neves perante a opinião pública.

Muita gente não entendeu porque uma coluna que só traz matéria de esporte, de repente vem com informações da agitação das festas da socialite e que se encaixariam mais em colunas do tipo da Barbara Gancia, que escreve de tudo e não diz nada que interesse.

O estão governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), se defendeu da notícia de suposta agressão a sua namorada, publicada no blog de Juca Kfouri. Segundo o o ex-pré-candidato à Presidência da República, o jornalista cometeu uma “calúnia vergonhosa” ao divulgar a informação.

Após a notícia, a assessoria de imprensa de Aécio desmentiu a agressão. Kfouri manteve seu texto inalterado, mas inseriu uma observação sobre a nota da assessoria. E continuou a escrever sobre as bolas foras e as que vão para dentro também.

Em entrevista coletiva, na terça-feira (03/11), o tucano negou o incidente. “Isso é uma aleivosia tão grande. Eu me sinto, claro, pessoalmente ofendido por isso, mas prefiro até nem comentar para não validar algo tão distante da minha prática cotidiana.

Sempre fiz política e vou continuar fazendo no patamar muito superior a esse. Eu posso dizer é que é uma calúnia vergonhosa”, rebateu Aécio.

Antes de Kfouri, Joyce Pascowitch havia publicado uma nota sobre o caso, mas sem citar o nome do governador, que foi identificado apenas como um convidado da festa. Tanto Kfouri, e também Pascowitch são da Folha de S.Paulo, e como todos sabem é uma extensão do comitê de campanha de Serra, apoiada pela defensora do PIG, Maria Judith Brito.

Kfouri se defendeu e disse que esperava esse tipo de reação do governador. “Não esperava que ele não desmentisse, diante da cortina de fumaça que ele faz na imprensa mineira”. Sobre a notícia de agressão, o jornalista mantém sua palavra. “Apurei com uma testemunha que viu a cena e ainda confirmei com outras três pessoas que sabem da história”, garantiu.

Quando começou a disputa dentro do PSDB, pela indicação do candidato às eleições presidenciais, correram rumores de que Serra havia preparado um dossiê sobre a vida pessoal de seu concorrente a convenção, Aécio Neves. Muitos redatores tucanos falam nas entrelinhas e fazem muita "poeira" das noitadas de Aécio.

A banda mineira do PSDB resolveu se precaver. E recorreu ao Estado de Minas para que juntasse munição de sua assessoria contra Serra. O jornal incumbiu, então, seu jornalista Amaury Ribeiro Jr de levantar dados sobre Serra. Durante quase um ano Amaury se dedicou ao trabalho, inclusive com viagens à Europa, atrás de pistas.

Amaury é repórter experiente, farejador, que já passou pelos principais órgãos de imprensa do país. Passou pelo O Globo, pela IstoÉ, tem acesso ao mundo da polícia e é bem visto pelos colegas em Brasília.

Nesse ínterim, cessou a guerra interna no PSDB e Amaury saiu do Estado de Minas e ficou com um vasto material na mão. Passou a trabalhar, então, em um livro, que já tem 14 capítulos, segundo informações que passou a amigos em Brasília.

Veja que publicou uma curiosa matéria em que dava supostos detalhes de supostas conversas sobre supostos dossiês, mas nada falava sobre o suposto conteúdo do suposto dossiê
 
Até aí, é a Veja, a serviço da tucanada. A Veja é o catálogo de vendas da fábrica PSDB, divulga os que produzem dossiês. Mas os fatos continuaram estranhos.Há tempos a revista também caiu em descrédito tal que sequer suas capas são repercutidas pelos irmãos da velha mídia

Desta vez, no entanto, entrou O Globo, inclusive expondo a filha de Serra como suposto alvo do suposto dossiê. Depois, o próprio Serra endossando as suposições, em um gesto que, no início, poucos entenderam. 

A troco de quê deixaria de lado o Serra paz e amor para endossar algo de baixa credibilidade, em uma demonstração de desespero que tiraria totalmente o foco da campanha? Apesar da torcida dos DEMO para atacar o governo Lula.

Havia peças faltando nesse quebra-cabeças. Mas os bares de Brasília já conheciam os detalhes, que acabaram suprimidos nesse festival de matérias e editoriais indignados sobre o suposto dossiê.
 
A revista Forum traz a matéria com os ex-tesoureiro Ricardo Sérgio de Oliveira, da campanha de FHC e também de Serra, e para aumentar a confusão no ninho tucano, aparece a ligação que muitos consideram até normal da também suposta sociedade das Verônicas, Serra e Dantas. E outros envolvimentos de parentes do ex-governador.
 
Pelo barulho do ninho tucano desde o ano passado que mais está parecendo um viveiro de papagaios, todos falando e ninguém entendendo nada, e desse jeito parece que vai sobrar penas para todos os lados.
 
Dizem também que dois bicudos não se beijam, só para contrariar Aécio ganhou um beijo de Serra na festa que deveria ser o da convenção, mas os tucanos vão mudar esse ditado, além de se beijarem, fazem um barulho danado ao elaborarem dossiês tentando derrubar o semelhante do poleiro.  

sábado, 5 de junho de 2010

Chico Buarque certo dia disse, "Vai Passar"


Dilma cresceu de setembro a junho 22% no instituto de pesquisa Ibope e Serra permanece na margem de erro da pesquisa há oito meses, 2%, variando de 35% em setembro para 37% agora em junho.

Isso que dizer que está no mesmo patamar de 35%, Serra não cresceu enquanto estava exercendo o cargo de governador de São Paulo, não cresceu quando lançou sua candidatura, não cresceu em nenhum momento desde setembro.

Dilma cresce em média 3% por mês, saiu de 15% em setembro e chega aos 37% neste mês de junho. Desde que saiu da Casa Civil a ex-ministra cresceu 8% só nos últimos sessenta dias.

Serra continua sendo o candidato com maior índice de rejeição, tanto no Datafolha, como na pesquisa divulgada hoje. Serra quando o instituto apura  quem é o candidato mais antipático, fica a frente de todos os outros.

Dilma em todas as pesquisas realizadas nos últimos meses por todos os institutos, Sensus, Vox Populi, Datafolha e o Ibope está na frente na pesquisa espontânea, quando o eleitor responde sem ser apresentado qualquer nome, "Se a eleição fosse hoje em quem você votaria? Sem a resposta estimulada Dilma cresce também.

   

IBOPE: Dilma sobe e Serra é o mais rejeitado

A casa caiu, dossiê chocado no mesmo ninho



O primeiro desses documentos seria um relatório sobre as ligações de Verônica Serra, filha do candidato do PSDB, com Verônica Dantas, irmã do banqueiro Daniel Dantas, do Opportunity.

Uma história tão antiga quanto os dinossauros e já relatada inúmeras vezes na última década, inclusive por CartaCapital. Os jornalistas antenados já tiveram oportunidade de ver esse esses relatos.

É essa a origem das informações sobre a existência do tal “dossiê” contra a filha de Serra. E a razão de os tucanos terem lançado um ataque preventivo às informações que constam do livro. De fato, Ribeiro Jr. dedicou-se a apurar os negócios de Verônica.

Repórter experiente com passagens em várias redações da imprensa brasileira, Ribeiro Jr. iniciou as apurações a pedido do seu último empregador, o Grupo Diários Associados, que congrega, entre outros, os jornais Correio Braziliense e O Estado de Minas.

O livro narra, por exemplo, supostos benefícios obtidos por Marin Preciado em instituições financeiras públicas, entre elas o Banco do Brasil, na época em que outro ex-tesoureiro de Serra, Ricardo Sérgio de Oliveira, trabalhava lá. Para quem não se lembra, Oliveira ficou famoso após a divulgação de sua famosa frase “no limite da irresponsabilidade” dos grampos do BNDES.

Em uma entrevista que será usada como peça de divulgação do livro e à qual CartaCapital teve acesso, Ribeiro Jr. afirma que a investigação que desaguou no livro começou há dois anos.

À época, explica, havia uma movimentação, atribuída ao deputado Marcelo Itagiba (PSDB-RJ), visceralmente ligado a Serra, para usar arapongas e investigar a vida do governador tucano Aécio Neves, de Minas Gerais. Justamente quando Aécio disputava a indicação como candidato à Presidência pelos tucanos.

“O interesse suposto seria o de flagrar o adversário de Serra em situações escabrosas ou escândalos para tirá-lo do páreo”, diz o jornalista. “Entrei em campo, pelo outro lado, para averiguar o lado mais sombrio das privatizações, propinas, lavagem de dinheiro e sumiço de dinheiro público.”

As consequências dessa trapalhada entre tucanos não dá para prever o que pode acontecer, José Serra, Ricardo Sergio Oliveira, Daniel Dantas, são todos do mesmo ninho. O envolvimento do nome de Aécio em uma suposta guerra de dossiês podem manchar a campanha tucana.

As perguntas que ficam, como explicar a resistência de Aécio Neves em ser vice? E também por que Serra fez de tudo para evitar a convenção entre ele e Aécio? E o beijo de Serra no lançamento de sua candidatura foi mesmo uma reação normal de quem está com a conciência tranquila? A casa caiu?

Dilma, a vítima de uma grande injustiça


A pré-candidata Dilma Rousseff lamentou que o nível do debate entre os concorrentes esteja caindo a esse ponto. Depois comparecer em diversos eventos onde os candidatos a presidente foram entrevistados, sabatinados, e abordaram vários temas de interesse do país

No recente evento da CNI – Confederação Nacional das Indústrias com a presença de todos os principais candidatos a presidência da República a apresentação de Dilma foi considerada a mais preparada, mais técnica, como foi avaliada por todos, dirigentes e analistas.

As declarações de Dilma Rousseff em outros eventos promovidos por entidades de todos os tipos, sindicais, sociais, e de órgãos de imprensa, a ex-ministra tem deixado uma boa imagem, tanto quanto ao conhecimento e domínio de várias áreas do governo, e também sua educação e simpatia ao atender a todos.

A própria imprensa que tem um grande número de jornalistas vinculados a empresas de comunicação mercantil (PIG), seja de TV, rádio ou jornal, e que são acintosamente favoráveis ao candidato Serra, não conseguem esconder em seus textos e imagens o brilho e tranquilidade que Dilma tem demonstrado em todos os momentos.

Esses acontecimentos e a boa imagem que a candidata passa a todos levaram Dilma a registrar desde fevereiro uma curva ascendente em todas as pesquisas eleitorais e de opinião pública.

Nas pesquisas espontâneas aparece à frente de todos os outros candidatos há meses, nas pesquisas estimuladas o crescimento é expressivo e já ultrapassou José Serra em todos os institutos, até no dúbio Instituto Datafolha, Dilma aparece em 1º lugar à frente de Serra no 2º turno.

A mulher que tinha uma figura construída com base na sua austeridade e firmeza na condução das pastas em que foi ministra do governo Lula, Minas e Energia e também a Casa Civil, uma função equivalente a primeira ministra em muitos países, hoje é vista como uma pessoa além de ser marcante em suas convicções, é educada e simpática, comprovada na última pesquisa em que se questionou a população quem era o candidato mais simpático.

Além das pesquisas apontarem como a mais simpática entre os candidatos, estive em alguns eventos trabalhando na imprensa e pude constatar as reações e opiniões de vários profissionais que estiveram próximos a Dilma, dos primeiros na portaria e outros que estavam a serviço no local, e quase todos foram uníssonos, ‘Como ela é simpática e tranquila’.

Imagino que para a candidata líder nas pesquisas eleitorais o momento deva sentir um misto de satisfação e decepção, porque ao atingir o topo das pesquisas e mostrando seu preparo técnico e conhecimento vê o seu nome injustamente envolvido com uma tenebrosa armação idealizada por pessoas inescrupulosas.

O pior é que essas informações rondam as caixas de correspondência eletrônica, e-mails, desde 2002 e a imprensa golpista nunca se manifestou. Quem é do meio de comunicação conhece esses assuntos contidos no tal dossiê “Caim e Abel”, entre irmãos do mesmo ninho, há muito tempo.

Um caso semelhante só para comparar, todos os bem informados da imprensa, conheciam a história do filho de FHC com a jornalista Mirian Dutra da TV Globo, desde 1992, quando FHC ainda era Senador, na época a revista Caros Amigos fez uma grande matéria sobre o caso e só agora 18 anos depois a imprensa golpista veio a noticiar o encontro de FHC com o filho que vivia camuflado na Europa.

No caso do dossiê doméstico dos tucanos usado para causar constrangimento e provocar uma possível queda da ascendente candidatura de Dilma Rousseff, pode ter outro desfecho dessa história criada por um tucano para prejudicar o outro do mesmo partido, além de mal contada pode causar um estrago maior na campanha de quem acusou injustamente e sorrateiramente uma pessoa que nada tem a ver com essa traição partidária.

Dilma declarou, “Tais documentos, se existem, não foram produzidos por nós. Eu lamento que o nível campanha tenha chegado a nisso. Estou disposta a fazer debate de alto nível e não ficar respondendo este tipo de acusação" ponderou a pré-candidata.

Antes que a justiça aponte os autores dessa obra arquitetada por maquiavélicos em desrespeito à ética e moral na democracia, José Serra deveria desculpar-se publicamente, não só a candidata, mas antes de tudo à mulher, mãe e avó, Dilma Rousseff.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Assistam aulas do professor de trololês



Tem aula de economia também

Serra cresce mais no estado "de alerta"



E ainda falta engolir o DEM
Durante encontro de urgência no Instituto FHC, tucanos defenderam mais "descentralização" e "discussão" sobre decisões cruciais da campanha. Serra segundo os integrantes da reunião, está errando muito e abordando mal questões polêmicas.
Também falaram sobre os palanques estaduais e decidiram ser necessário mais empenho em alguns estados, principalmente Dilma Rousseff cresce rapidamente desde o início do ano.
No Rio de Janeiro, terceiro maior colégio eleitoral do País, onde a candidata Dilma Rousseff chegou a abrir 17 pontos de vantagem, segundo o Ibope. Serra está caindo em pesquisas de todos os estados, até nos que anteriormente eram favoráveis a ele.
Diante das negativas de Aécio sobre aceitar a candidatura a vice, aumentou no comando da campanha a ideia de que o cargo deve ser dado para o DEM.
A grande preocupação dos demotucanos é fazer com que a candidatura Serra suba nas pesquisas eleitorais em vários estados do país, não só no "estado de alerta da campanha".

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Comando da campanha de Serra quer apagar incêndios

Convocada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, a cúpula do PSDB se reuniu ontem, 02/06, em São Paulo para pregar uma correção de rumo da pré-campanha de José Serra à Presidência, conforme mostra o site UOL.

No almoço, que durou três horas, o ex-governador Aécio Neves (MG), o senador Tasso Jereissati (CE) e o ex-ministro Pimenta da Veiga propuseram mudanças na condução da campanha, hoje muito concentrada em Serra.

Chamado às pressas a São Paulo, o presidente do partido, Sérgio Guerra (PE), deixou o encontro com a missão de relatar as preocupações ao candidato. E falar que não está dando certo.

A sugestão é que Serra delegue mais, poupando-se para que possa se apresentar bem disposto, inclusive na relação com jornalistas. Serra segundo o comando não está mantendo o equilíbrio necessário de um candidato que se diz ser o que "pode mais".

"Nosso desejo é que a campanha seja mais produtiva. E faremos sugestões para isso", disse Pimenta da Veiga. Guerra quer definir logo o nome para vice, disse que preferiria um nome do PSDB para a vaga, mas que o DEM poderá indicar o vice para evitar sequelas na campanha, no DEM, Agripino Maia e José Carlos Aleluia são os mais cotados.

Os três decidiram para evitar novas "trapalhadas" na programação de Serra, e antes que "tudo vá por água abaixo", convocar os parceiros da mídia, chamaram o jornalismo da Globo para ajudar a "apagar o incêndio" que virou o comando da campanha, vejam os melhores momentos.