quinta-feira, 7 de outubro de 2010

A elite tucana não investiu em cultura popular

Cultura popular é a cultura do povo. É o resultado de uma interação contínua entre pessoas de determinadas regiões. Nasceu da adaptação do homem ao ambiente onde vive e abrange inúmeras áreas de conhecimento: crenças, artes, moral, linguagem, idéias, hábitos, tradições, usos e costumes, artesanato, folclore.
O ministro da cultura, Juca Ferreira, do PV (licenciado), explica porque o governo Lula foi tão melhor, e o que é bom precisa continuar com Dilma.
Os recursos para a área de cultura saltaram de R$ 300 milhões para R$ 2,5 bilhões. São 8 vezes mais verba, e mais democratizada.
O ex-ministro da cultura, Gilberto Gil, também do PV, sabe dessa diferença, e por isso já declarou seu apoio à Dilma no segundo turno.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Marina não acha assistencialismo, os tucanos acham



No vídeo Marina Silva reconhece que o governo Lula acabou com a cesta básica de FHC e a transformou em Bolsa Família, aquecendo a economia local e criando oportunidades além de distribuir renda.
Quando Lula assumiu o governo e ampliou os benefícios, para que todo brasileiro pudesse fazer três refeições por dia para que possamos chamar o país de nação, a mesma mídia elitista, com seus editorialistas papagaios de patrão, caiu matando em cima, dizendo que o Bolsa Família é um programa assistencialista.
No Congresso Nacional os demotucanos sempre atacaram durante esses oito anos de governo Lula o programa do governo federal, Bolsa Família, e também  o rotulavam de assistencialismo, e até denominavam de Bolsa Esmola. E agora José?

Serra é um Fernando Henrique boy



O que você pensa sobre a privataria de FHC e Serra?

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Serra, o tucano que virou um papagaio

Dilma Rousseff, em entrevista que concedeu depois de se reunir, por várias horas, com governadores, deputados e senadores eleitos por partidos da coligação que apoiam sua candidatura.
Eles foram chamados a Brasília, pelo comando da campanha, para traçar a estratégia a ser seguida no segundo turno;
“Nós tivemos, nesse processo eleitoral, talvez a maior vitória política das nossas forças nos últimos 20 anos”, avaliou Dilma. Ela avisou que, também no segundo turno, vai comparar os projetos diferentes representados por sua candidatura e pela do tucano José Serra.
“Queira meu adversário ou não, vamos discutir projetos. Os projetos que cada um defende terão de aparecer. E nunca podemos esquecer que esse país foi governado oito anos pelo PSDB. E esse projeto não pode ser escondido. E foi governado nos últimos oito anos por nós. E isso também não pode ser escondido”.
Questionada pelos jornalistas sobre as propostas de programas sociais apresentadas por Serra, Dilma disse que quem promete tem que provar que é capaz de fazer.
Há uma diferença entre falar e fazer. Quem fala, tem que provar que fará, porque, no mínimo, já fez. Quando eles puderam mais, fizeram menos. Nós não. Quando nós pudemos mais, fizemos mais.”
A campanha de Serra tem como principal conteúdo a mensagem negativa, espalhado boatos, calúnias e difamações, além do tucano falar que vai fazer isso e aumentar aquilo, sem provar nada, fala como se fosse um papagaio.

Campanha de Serra é repleta de boatos e calúnias

A candidata ao Palácio do Planalto e campeã do primeiro turno das eleições, Dilma Rousseff, afirmou hoje, em entrevista coletiva, que sua campanha não permitirá mais que ataques vis e de baixo nível do adversário fiquem sem resposta. Segundo ela, está em estudo uma forma de esclarecer as dúvidas estimuladas nos eleitores pelos boatos.
“Foi uma campanha tanto mais difícil porque quem me acusava não aparecia. Teve uma campanha insidiosa que não lança verdades. Nós estamos pensando em como nos comportar. Seguramente vamos fazer um movimento para esclarecer nossa posição sobre essas questões”, explicou.
Ela lamentou que os adversários políticos tenham feito campanha negativa e espalhado boatos, calúnias e difamações.


segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Faltaram quase 2,5 mi de votos para definir no 1º turno



Faltaram menos do que dois milhões e quatrocentos mil votos (1,8% do total de eleitores) para a eleição presidencial se encerrar no 1º turno a favor de Dilma Rousseff neste domingo. O 2º turno acontecerá no próximo dia 31 de outubro, daqui a quatro semanas.

Infográfico: Brasília Confidencial

Aldo Rebelo, o deputado que pensa o país é reeleito pela 6ª vez

Aldo Rebelo é jornalista, escritor e deputado federal por São Paulo foi reeleito pela 6ª vez consecutiva e sempre pelo mesmo partido, PCdoB. 
Desde 1994, Aldo figura entre os parlamentares mais influentes do Congresso: um dos "cabeças", segundo levantamento anual do DIAP - Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar.
Aldo foi presidente da Câmara dos Deputados, ministro da coordenação política e líder do governo Lula na Câmara. Na juventude, foi líder do movimento estudantil. Chegou à presidência da UNE - União Nacional dos Estudantes e criou a UJS - União da Juventude Socialista. Seu primeiro mandato parlamentar foi como vereador de São Paulo.
Com 54 anos de idade - mais de 30 dedicados à política - Aldo Rebelo é um operário da construção da unidade nacional. Sua atuação política, os projetos que apresentas, as ações que promove convergem para a busca incessante dos interesses da Nação e do povo brasileiro.
Em menos de um ano à frente do terceiro cargo mais importante da República, o de presidente da Câmara dos Deputados, Aldo conduziu discussões e decisões que já entraram para a história do parlamento brasileiro.
Sob a gestão de Aldo, a Câmara aprovou projetos essenciais ao desenvolvimento do país, como o Fundeb - Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas.
Como ministro da Coordenação Política, Aldo dedicou-se à formação de um governo de coalizão por acreditar que nenhuma força política é capaz de governar, sozinha, um país com tantas desigualdades e desequilíbrios.
Aldo Rebelo é o relator do novo Código Florestal brasileiro. O deputado percorreu o Brasil para produzir o seu relatório, que aponta os caminhos para o equilíbrio entre a preservação do meio ambiente e o fortalecimento da agricultura brasileira. A proposta foi aprovada na Comissão Especial da Câmara dos Deputados no dia 6 de julho, com 13 votos favoráveis (apenas cinco deputados foram contrários ao parecer de Aldo).
Muitos paulistas têm orgulho de ter um representante na Câmara Federal há mais de 20 anos, um deputado de origem nordestina, Aldo Rebelo nasceu na cidade de Viçosa, Alagoas, por sua atuação parlamentar e liderança sempre firme pensando em um país mais justo e na igualdade social. Nesta eleição o deputado federal Aldo Rebelo obteve mais de 132 mil votos em São Paulo.


sábado, 2 de outubro de 2010

Serra, e o apagão nosso de cada dia

Seis meses após a inauguração das obras de ampliação da marginal Tietê, trechos da via, nos dois sentidos, permanecem sem postes de iluminação ou com eles ainda apagados.
A Folha percorreu toda a via na noite de quinta-feira e constatou que pelo menos 70% dela continuava às escuras era o último dia para regularizar a situação, segundo promessa do secretário estadual dos Transportes, Mauro Arce. Ele havia dito, em julho, que 90% do sistema de iluminação estaria pronto até o final de setembro.
Os postes de luz foram removidos ao longo das obras, que começaram em junho do ano passado. A inauguração foi no final de março, logo antes de José Serra (PSDB) deixar o governo para se candidatar à Presidência.
Segundo a Secretaria dos Transportes, o novo projeto de iluminação agora será entregue em etapas e apenas a primeira delas foi concluída, abrangendo 12,9 km da via (28% de sua extensão).
A secretaria justifica o atraso dizendo que a fiação é toda subterrânea e "diversas interferências -tais como dutos de gás e de água- alteraram o cronograma de obras". A nova promessa é de luz até o fim de novembro.

La même chose, o PV é uma filial do DEM

César Maia (DEM), Serra (PSDB), e Gabeira (PV)
Enquanto a presidenciável Marina Silva (PV) dá sinais de que ficará neutra num eventual segundo turno entre Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), seu partido se inclina a apoiar o tucano.
O presidente da legenda, José Luiz Penna, disse à Folha que descarta a neutralidade no segundo turno, caso Marina não esteja nele.
O PV é aliado do PSDB de Serra nos principais Estados, incluindo os três maiores colégios eleitorais: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. A ala ligada ao PT é minoritária na sigla.
Outros dirigentes ouvidos pela reportagem dizem que a tese de apoio a Serra venceria com folga na executiva nacional, que deve discutir o assunto no início da semana.
Penna argumenta que o desempenho de Marina fará o partido sair mais forte das urnas, mesmo que ela não vá ao segundo turno.
Optar pela neutralidade seria desperdiçar este capital político. "O que está em jogo é a nossa capacidade de influenciar o próximo governo.
O PV não ficará neutro. A neutralidade seria uma forma de dar as costas ao processo democrático."Ele não quis manifestar preferência por Serra ou Dilma, embora apoie o prefeito Gilberto Kassab (DEM), aliado do tucano, na Câmara de Vereadores paulistana.
Em São Paulo e Minas, o PV participa de governos estaduais do PSDB, e no Rio os tucanos apoiam Fernando Gabeira (PV) ao governo.
O candidato verde ao governo paulista, Fábio Feldmann, é fundador do PSDB e fez tabela com o tucano Geraldo Alckmin nos debates. Ricardo Young (PV) e Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) fecharam aliança de última hora na corrida ao Senado.
DEM e o PV sempre apoiaram Serra e os tucanos, são todos a mesma coisa.



sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Aldo Rebelo dá esperança à agricultura familiar

O café é plantado no topo da montanha há 100 anos.
Um pequeno cafeicultor da cidade de Serra Negra (Estado de São Paulo), proprietário de uma área de cultura de café que herdou do seu avô, que começou a cultivar essa planta em 1910.
No meio da propriedade corre um córrego onde foram construídas há mais de 60 anos quatro casas de colonos e uma pequena igreja a menos de 30 metros do ribeirão, onde o mato já atingiu as laterais das casas e da igreja sem possibilidade de se proceder qualquer limpeza.
Um pasto bem longe do ribeirão, contudo, foi localizado nesta área um olho d'água que brota do chão e, em vista disso, fui multado pelo antigo DEPRN em R$ 50.000,00, processado criminalmente pelo Ministério Público e a pequena área roçada está embargada.
Sem ter como explorar a pequena propriedade de 50 ha, pois no morro não se pode mais plantar o café; ao lado das casas não se pode roçar porque elas estão há menos de 30 metros do ribeirão e o pasto tem que ficar sujo porque em toda a região, há olho d’água, já que Serra Negra está assentada em rica bacia de água.
Além disso, tem que reservar 20% da pequena propriedade, já comprometida com as APPs para reserva legal.
Em carta dirigida a Aldo Rebelo, o cafeicultor declara: "O único deputado que realmente percebeu o grave equívoco que contém o atual Código Florestal foi o senhor, que inclusive, tem refutado com maestria indagações de despreparados jornalistas e ambientalistas, que nunca plantaram sequer um pé de feijão".
E finaliza a carta dizendo: "Na verdade, transmito essa mensagem para declarar que eu, minha família e meeiros de café, vamos votar no senhor na próxima eleição para Deputado Federal, para que continue na luta pela reforma do Código Florestal que, como várias vezes disse, foi imposto com interesse claro de destruir a agricultura nacional".
Em defesa dos pequenos produtores rurais: "Obrigado por defender essa classe, que até a pouco estava desprotegida e que conta com o seu talento, dedicação e trabalho para reformar esse estatuto que aniquilou quem trabalha no campo".
Esse é apenas um dos vários relatos de todo país das dificuldades que pequenos agricultores encontram para produzir o comida que o brasileiro coloca na mesa do dia a dia, hoje 70% de todo alimento que se produz para a mesa dos lares do país provém da agricultura familiar e de pequenos produtores rurais.

SP: Tucanos apelam visando favorecer Aloysio Nunes

Família do Senador Romeu Tuma, que está internado desde 1º de setembro, declara apoio ao candidato Netinho de Paula para o Senado e confirma ser de Netinho o voto de todos os familiares.
Em telefonema a Netinho o filho do senador Romeu Tuma, Tuma Jr. disse estar indignado com a campanha sórdida promovida contra ele. “É uma prática comum dessas pessoas: agem no desespero e são capazes de qualquer coisa”, declarou o filho de Romeu Tuma.
“Primeiro, a imprensa ‘mata’ meu pai. ( A Folha de S.Paulo noticiou que o senador Tuma havia falecido).  Agora, a polícia invade a sua casa. Quero que você saiba que o segundo voto de nossa família é seu”, disse ele a Netinho no telefonema.
Netinho desejou pronta recuperação a Tuma e agradeceu o apoio de toda família. O candidato do PCdoB lamentou que ambos tenham vivenciado a agressividade desmedida e a falta de responsabilidade de oponentes e alguns setores da imprensa no decorrer do pleito.
Para Netinho de Paula, a profusão de matérias supostamente isentas contra ele e a campanha de ofensas na web são uma espécie de “bullying” no cenário político. “Esta campanha trouxe à tona um fenômeno novo — o do bullying político, uma perseguição em cadeia que visa a nada mais do que desmoralizar, prejudicar. Foge ao debate político, não discute propostas e é baseada na agressão pessoal.”
Apesar da perseguição que vem sofrendo da grande mídia na reta final da campanha, Netinho cresceu mais três pontos percentuais e lidera a disputa pelo Senado por São Paulo. Segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (30), o candidato do PCdoB subiu de 36% para 39% das intenções de voto.
Marta Suplicy (PT) – que estava numericamente empatada na liderança na última semana – também oscilou para cima. A petista, companheira de chapa de Netinho, foi de 36% para 37%. Como neste ano os eleitores vão escolher dois senadores, Netinho e Marta seriam eleitos se a votação fosse hoje.