segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Tucanos têm memória fraca e esquecem o passado

Ex-1ª dama, a socióloga  Ruth Cardoso
 Roda Viva: Tema "O Aborto"
Perguntada sobre o aborto a entevistada respondeu:
"Eu acho que se deve garantir o direito às mulheres de usarem ou não essa possibilidade. Isso é um direito que as mulheres têm, mas não uma imposição".
Não foi Marina, nem Dilma, nem Soninha e muito menos Mônica Serra.
O programa era o "Roda Viva", no ano de 1999.
A autora da resposta clara, simples e brilhante, foi a socióloga Ruth Cardoso, mulher de FHC, falecida em 2008.
Com ela parece que morreram todas as idéias livres e articuladas que o PSDB um dia se orgulhou de possuir. Sem ela só restou o atual obscurantismo conservador do tucanato.
O PSDB virou um partido sem idéias próprias, sem identidade, escondem seu DNA e aderiram de cabeça ao que combatiam no passado, a direita sórdida, oportunista e ainda se uniu a ela.
Obs. A resposta de Ruth Cardoso naquele Roda Viva foi publicada na edição de hoje da Folha de S.Paulo, na coluna de Mônica Bergamo.

Eu quero estudar, mas ele não deixa

Para aonde vai a imprensa golpista se o Serra perder a eleição?

Professores de São Paulo exaltam Serra

Moçada canta em homenagem a Serra: Ele mentiu



Él me mintió - Ele mentiu (letra)
Era um jogo e nada mais,
Era um jogo cruel da sua vaidade
Ele mentiu.
Ele mentiu, ele mentiu, ele mentiu, ele mentiu
Aaaah Ele mentiu, ele mentiu, ele mentiu,
ele mentiu, ele mentiu, ele mentiu
Oooh
Mentira tudo era mentira
Palavras ao vento
Somente um capricho que tinha
Aaah
Ele mentiu, ele mentiu, ele mentiu

Dilma: "Serra não é o cara, mas tem mil caras"

O resultado do primeiro debate televisivo, na TV Bandeirantes, entre os candidatos à Presidência da República, pode ser visto no semblante dos aliados de José Serra e de Dilma Rousseff. Do lado dos tucanos, cabeças baixas e rostos preocupados. Pelo lado da coligação Para o Brasil Seguir Mudando, o estusiasmo era claro.Dilma também arrancou risadas da plateia e dos jornalistas no Debate da Band, quando disse que o Serra “não é o cara, mas tem mil caras”. Ele também provocou risos no mesmo público quando comentou que “não havia problemas graves de segurança em São Paulo”.
Para o governador eleito do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, não restou dúvida que Dilma saiu vitoriosa do debate. “O debate foi excelente porque ambos os candidatos desnudaram sua personalidade política e seus compromissos programáticos. Ficou clara a questão de quem é que tem políticas sociais, qual é a postura sobre as privatizações. E o que eu fiz no verão passado. Ou seja, o que a Dilma fez nos últimos oitos anos e o que o Serra fez. Isso ajuda o eleitor a se definir”, analisou.
O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, deu ainda mais motivos para a vitória da candidata. “Ela ganhou porque o debate permitiu que os dois candidatos entrassem naquilo que os diferenciavam.
Pela primeira vez nessa campanha no segundo turno pudemos debater qual é o projeto da Dilma, tanto o balanço de comparação em relação ao governo que ela foi ministra, quanto também o balanço do governo em que o Serra foi ministro”, disse.
Diferenças de projetos
O coordenador do programa de governo da coligação Para o Brasil Seguir Mudando, Marco Aurélio Garcia, disse que Dilma soube delimitar os campos e os projetos no primeiro debate do primeiro turno e Serra ficou sem dar muitas respostas.
“Foi muito bom o desempenho da candidata Dilma Rousseff. Acho que cumpriu o que se espera de um debate de segundo turno. Demarcar claramente que há dois campos, evitar questões secundárias com as quais se pretendia embaralhar as cartas e chamar concretamente o candidato Serra a se definir", afirmou.
Segundo Garcia, o candidatdo tucano "gosta de se apresentar tão seguro, muitas vezes tão arrogante, mas foi obrigado a sair um pouco da sua toca e dizer a que veio. E na maioria das vezes não disse”.

domingo, 10 de outubro de 2010

Serra e coligados são contrários aos movimentos sociais

Os partidos da base de apoio a Serra sempre se posicionaram contra os movimentos sociais, a postura dos demotucanos tem uma outra conotação, não de solidariedade, mas dos mais vís instrumentos da Ditadura Militar, a espionagem, a agressão a todos qualquer manifestação e repressão a qualquer manifestação popular.
Nesses últimos vários anos casos foram registrados em diversos estados comandados pelos demotucanos com policiais infiltrados no movimento grevista. Se já era feio a polícia do Serra sair por aí batendo e, todo mundo, mais feio ainda é o Serra e sua polícia se usarem de instrumentos da Ditadura Militar, como a infiltração nos movimentos sociais.
A polícia militar sob os governos tucanos é usada para reprimir movimentos sociais e sindicais. Assim é no Rio Grande do Sul, da tunaca Yeda, assim é em São Paulo, nos governos tucanos.
Se olharmos um pouco para trás no tempo, vamos ver o Exército, sob as ordens de FHC invadir refinarias no Brasil inteiro para combater a greve dos petroleiros e outras atrocidades. Imaginem se Serra se elegesse presidente: as forças armadas, sob as ordens do comandante em chefe, batendo em grevistas, atirando em Sem Terra e outros movimentos sociais.
Não podemos deixar o Brasil caminhar para trás. Caminhar para trás, significa voltar aos negros tempos da ditadura e de infiltrados nos movimentos, as opções do eleitorado são bem distintas e diferentes em suas maneiras de ver os movimentos populares.
O governo Lula e a candidata Dilma sempre se colocaram a disposição para dialogar com os movimentos sociais, Serra e seus pares sempre reprimiram e sempre com violência s causas populares.
Precisamos vacinar o Brasil contra a volta desta pratica que ficou patente na ditadura, por que as classes dominantes, quando não veem outra saída acabam apelando para os mais nefastos e atrasados métodos utilizados pelos antigos frequentadores das casernas para derrotarem quem quer que a vida do povo melhore.
Foi assim em 64. Parece que estão querendo se armar novamente ao criar o instituto millenium e retomar antigos métodos ditatoriais de amedrontamento através da violência, da guera suja, da propagação do medo na população, e da espionagem nos movimentos sociais.

O PIG segue Serra, só guerra suja e nada de propostas

Tanto Serra e o PIG - Partido da Imprensa Golpista, não tem proposta e novos projetos para o país só falam da guerra suja que é a especialidade deles.
Eliane Catanhêde: Serra chega a essa fase exibindo súbito otimismo, e Dilma, desconforto e abatimento. Essa é uma grande mudança de 2010 para 2006: o humor dos candidatos se inverteu no segundo turno. Costuma refletir no resultado.
Josias de Souza: Decidido a fustigar a rival Dilma Rousseff, associada à defesa da legalização do aborto, Serra vincula-se mais ao obscurantismo religioso do que ao passado de ministro. Em 1998, a portaria de Serra gerou uma enorme grita de católicos e evangélicos. O Serra de então deu de ombros.
Cristiana Lobo: O aborto - assunto polêmico dessa campanha - foi tema na propaganda eleitoral gratuita de José Serra. Em nota, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil lamentou que o nome da CNBB tenha sido usado indevidamente durante a campanha eleitoral.
Merval Pareira: Para o comentarista Merval Pereira, Dilma e Serra já entenderam que será muito difícil Marina Silva apoiar formalmente um deles. Por isso, eles esperam que o PV decida sobre apoio e que Marina fique neutra. Marina não controla nem os 20 milhões de votos que obteve.
Reinaldo Azevedo: Eu o contestei no texto Elio Gaspari se candidata a censor da campanha eleitoral. E demonstrei que os tucanos não haviam “atribuído” coisa nenhuma a Dilma.
Elio Gaspari: trecho do texto: Se Ruth Cardoso estivesse viva, a charanga do tucanato não teria tomado o caminho da baixaria que atribuiu a Dilma Rousseff a defesa da legalização do aborto. Ela nunca se associou a esse tipo de tática eleitoral".
A infeliz imprensa comprometida com os acordos financeiros, que renderam a Abril, Globo, Veja, e Folha de S.Paulo, polpudos contratos durante a gestão do governo Serra, assim como seu grande cliente não falam de novos projetos para o país, novas propostas para um futuro governo brasileiro, só dão destaque para a especialidade deles: "A Guerra Suja".


Quem sabe faz a hora, não espera acontecer

Uma contraofensiva, dos movimentos populares e dos setores progressistas da Igreja em favor da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, começou a ser articulada esta semana e, na próxima, ganham as ruas dois manifestos em favor da petista. Um deles, assinado pela Via Campesina e outros movimentos sociais, conclama "a militância de todos os movimentos sociais" a se engajarem na campanha para a eleição de Dilma. "Precisamos derrotar a candidatura Serra, pois ela representa as forças direitista e fascistas do país", diz o manifesto, que vai coletar adesões até amanhã.
Até agora, aderiram a essa posição a Via Campesina, o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), o Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), o Movimento das Mulheres Camponesas (MMC), o Sindicato dos Engenheiros do Paraná, a Marcha Mundial das Mulheres, o Centro de Estudos Barão de Itararé (blogueiros progressistas)  e a Uneafro.
Segundo fonte envolvida nessas articulações, correntes do PSOL e movimentos ambientalistas ligados à Marina mostraram interesse em aderir ao movimento, mas devem esperar posição de seus partidos.
O documento é o primeiro passo de uma estratégia de mobilização dos setores sociais em favor de Dilma. O segundo momento é o envolvimento das bases dos movimentos na campanha do segundo turno, em favor de Dilma. Ainda assim, apesar da adesão à petista, os movimentos reiteram "a autonomia política frente aos governos".
Em relação a Marina Silva, candidata do PV no primeiro turno - que tem uma histórica ligação com os movimentos sociais -, o documento foi implacável. "Quanto à candidatura de Marina Silva, cumpriu o objetivo a que se propôs: o de provocar um segundo turno nessa campanha eleitoral. O tempo dirá se o seu êxito serviu para fortalecer a democracia ou foi utilizado para que as forças conservadoras retornassem ao poder."


sábado, 9 de outubro de 2010

Datafolha e os votos válidos: Dilma 54% e Serra 46%

Se o segundo turno fosse realizado hoje, a ex-ministra Dilma Rousseff, do PT, venceria com 48% dos votos totais, contra 41% de José Serra, do PSDB. Considerando os votos válidos (sem brancos e nulos), o resultado seria 54% a 46%. É o que indica nova pesquisa do Datafolha, encomendada pelo jornal "Folha de S.Paulo" e pela Rede Globo, feita na última sexta-feira com 3.265 eleitores em 201 cidades do país, e que será  publicada neste domingo.
A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, Dilma varia de 52% a 56% e Serra de 44% a 48%.
Nas faixas de renda
Até dois salários mínimo (Até R$ 1.020,00) Dilma tem 52% e Serra 37%.
De dois a cinco salários (de R$ 1.021 a 2.550), a petista tem 47% contra 41% do tucano.
Entre cinco e dez salários (de R$ 2.551 a R$ 5.100), Dilma tem 40% e 48% de Serra.
Entre os mais ricos, Serra tem 58% contra 33% de Dilma.

2º Turno: O desabafo de Serra

Em grande estilo Serra faz um discurso em frente a platéia de seus apoiadores do DEM, PSDB e PPS, deixando bem claro suas propostas e seu posicionamento quanto aos nordestinos, os mais pobres, os trabalhadores, contra a Blogosfera, contra o mundo gay, contra a esquerda e os Blogueiros "sujos" Progressistas.
Hitler era um orador genial para fazer as pessoas mudarem de opinião e odiarem os outros que se opunham a ele, daquele jeito. Serra foi ao Clube da Areonáutica, no Rio, e pediu para falar sem a presença da imprensa. Péssimo sinal.
Queria provocar extravagâncias, mas sem testemunhas por perto. Não adiantou. O portal IG publicou o que Serra teria dito: “o PT criou uma República Sindicalista”, berrou Serra aos militares.
O tucano, desesperado e crispado de ódio pela eleição que lhe escapa entre os dedos, apela para o discurso de extrema-direita. É o mesmo linguajar dos golpistas de 64 – que agora transborda da boca de um ex-lider estudantil, cassado pela ditadura. Serra mudou de lado. Virou uma vivandeira, a bolir com os granadeiros.


sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Soninha é o padrão moral de Serra

A musa de Serra, Soninha ao posar nua para revista "Como Nus sentimos"
A ex-vereadora de São Paulo e ex-subprefeita da Lapa Soninha Francine (PPS), sempre coligada com os tucanos, é a responsável pela coordenação da campanha na internet do candidato José Serra.
Em entrevista a imprensa Soninha disse que pretende “deixar as coisas mais claras e aprofundar a discussão como só a internet permite. Muita gente vai procurar os candidatos pela primeira vez através da internet.
Soninha é colecionadora de polêmicas após ser chamada de ‘maconheira’, ao admitir que utilizava a droga em 2001, a subprefeita da Lapa, Soninha Francine (PPS) voltou a criar polêmica no “mainstream”, como ela mesmo define, ao posar nua para o calendário “Como Nus Sentimos”, do Instituto Ciclo BR.
Aos 42 anos e com perfil pouco usual entre políticos, Soninha admite que o ensaio pode lhe tirar votos de “conservadores e hipócritas” em sua provável candidatura à sucessão estadual.
Mas, com a rebeldia que a fez admitir que fumava maconha - ela diz ter abandonado a substância ao entrar para a vida pública, em 2004, ao ser eleita vereadora com 51 mil votos -, garante que não vai abandonar causas que defende por votos. “A hipocrisia não merece respeito”, disse em entrevista ao JT.
Durante as seguentes recentes falhas do metrô de São Paulo, Soninha tentou espalhar pela internet que o caos poderia ter sido “sabotagem”. Ela, a Soninha (que só anda de bicicleta) ficou supresa: “metrô de São Paulo tem problemas na proporção direta da proximidade com a eleição., em vez de admitir que o sistema está falhando faz tempo, Soninha Francine, é uma das coordenadoras de campanha de José Serra (PSDB). Soninha é cotada para ser Ministra de Serra, se ele vencer.
Ela atua na campanha de Serra, sobretudo na internet. E é pela internet, através de emails em massa, que partidários de Serra espalham a campanha de ódio e difamatória contra a campanha dos candidatos da Coligação Para o Brasil seguir mudando.
Em 2005, na revista TRIP de nº 41, Soninha declarou que já tinha feito aborto, e que era favorável à descriminalização. Serra apoia essa postura de seu braço direito na internet?
Aqui não vai nenhuma opinião própria do autor sobre os temas em questão, só estranho que um dos braços direitos do puritano Serra, na prefeitura de São Paulo, no governo do Estado de São Paulo e agora de sua campanha é vista pela opinião pública com certa desconfiança, posa nua para revistas, declarou ser usuária de droga, e admite que fez aborto, e para piorar mais ainda é a comandante da "guerra suja" dos e-mails dos tucanos contra a candidata Dilma.


PV está roxo de raiva com declarações de Marina

As críticas de Marina Silva ao suposto apetite do PV por cargos provocaram uma rebelião no comando do PV- Partido Verde. Marina foi duramente atacada em reunião organizada às pressas pelo presidente da sigla, José Luiz Penna, em Brasília. Participaram cerca de 20 pessoas, algumas com cargos no governo paulista e na Prefeitura de São Paulo, administrada pelo DEM. A senadora não foi chamada.
"Todos ficaram indignados". disse Marcos Belizário, secretário municipal da Pessoa com Deficiência em São Paulo. "Estou espantado. Acho um absurdo a pessoa comentar isso de seus dirigentes, seus colegas, das pessoas que se dedicaram à campanha dela."
Segundo Belizário, aliado do prefeito Gilberto Kassab (DEM), Marina teria demonstrado desprezo pela direção partidária. "Do meu ponto de vista, foi uma grosseria dela. Eu me senti ofendido", disse.
Os dirigentes traçaram uma estratégia para demonstrar poder e minar os planos da senadora, que tem indicado que pretende se declarar neutra no segundo turno.
Penna convocou uma reunião da Executiva Nacional do partido na próxima quarta-feira, em Brasília. O encontro pode precipitar a decisão da legenda, que havia sido adiada para o dia 17, a pedido da candidata derrotada.
Na Executiva, em que Marina tem apenas 10 de 60 votos, a tendência é pela aprovação do apoio a Serra, mesmo que os filiados sejam liberados para tomar outras posições em caráter pessoal.
Para reduzir a desvantagem numérica, a senadora havia convencido a cúpula partidária a transferir a decisão sobre o segundo turno a um colegiado mais amplo, com a participação de ambientalistas, religiosos e militantes do Movimento Marina Silva, incluindo delegados sem filiação ao PV.
Marina criticou o apetite de dirigentes do partido por cargos. Ela ironizou a notícia de que o PSDB ofereceria quatro ministérios em troca do apoio a Serra.
"Quatro ministérios pro PV... Caramba! Do jeito que tem gente aí, basta pensar num conselho de estatal, já estaria muito bom. Certo? Tem esse tipo de mentalidade", disse a senadora.
Marina pretende divulgar hoje uma versão resumida de seu plano de governo, a ser entregue aos candidatos Serra e Dilma Rousseff (PT).
A senadora dá sinais de que pretende influenciar o debate eleitoral e arrancar compromissos dos dois presidenciáveis sem se comprometer com apoio a um deles.
Se a ideia for levada à frente, Marina dirá que deu sua contribuição ao país e que quem votou nela no primeiro turno agora pode julgar livremente as promessas de Dilma e Serra para fazer sua escolha. Na visão de aliados, a senadora poderia dividir seu eleitorado e perder o discurso de terceira via ao declarar apoio a PT ou PSDB.
Tá na cara que a direção do PV não vê a hora de fechar apoio ao candidato que sempre lhe deu espaço e emprego no governo de São Paulo. Marina não tem maioria e nem controle do partido.

Fonte: Folha de S.Paulo

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Dilma em BH: Existe uma campanha clandestina e oculta

Ao conversar com os religiosos na capela do Mercado Central de Belo Horizonte, Dilma Rousseff diz ter ouvido uma "voz cristalina" que se distinguiu do que ela chamou de uma "campanha clandestina e oculta" contra a sua candidatura durante o primeiro turno da eleição.
A candidata se referia a boatos que circularam na internet e em ambientes religiosos de que ela seria a favor do aborto.
“Foi uma conversa que calou fundo no meu coração”, disse Dilma depois do encontro em Belo Horizonte.
Mesmo sem ser questionada pelos jornalistas, ela voltou a dizer, como já fez em várias vezes durante a sua campanha, que é contra a prática do aborto. “Eu sou contra porque é uma violência contra a mulher”, afirmou.
Dilma negou rumores de que o programa de governo usado na sua campanha mudaria o enfoque em relação ao aborto. Segundo a petista, não há o que mudar porque o aborto não estava contemplado no texto do programa.
A petista disse também que espera receber todos os votos mineiros, incluindo o chamado "Dilmasia", que foi uma combinação de votos, feita no primeiro turno, que misturava o nome Dilma com o do tucano Antonio Anastasia (PSDB), que foi reeleito governador em Minas Gerais.
uestionada se já havia feito um segundo contato com Marina Silva, candidata derrotada oo PV à Presidência, para pedir o seu apoio, Dilma respondeu que respeita a senadora e que é contra este tipo de pressão. “A hora certa vai chegar”, afirmou.