domingo, 5 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
A eleição no meio do conflito do Oriente Médio
Estado de Israel é peça central dos conflitos no Oriente Médio. Desde sua fundação, em 1948, israelenses, palestinos e países árabes travam acirradas disputas territoriais.
Os palestinos, que há séculos habitam a região, querem criar ali seu próprio Estado. Tensões religiosas contribuem ainda mais para o conflito.
O foco do problema está na cidade de Jerusalém, considerada sagrada tanto para judeus como para muçulmanos -- e também para cristãos).
Os palestinos querem fazer da zona oriental da cidade a capital de seu futuro estado.
Mas Israel considera toda a cidade sua capital, porém, não reconhecido pela ONU, nem pelos palestinos. Veja como foi a votação de Dilma e Serra nessa região.Dilma vence em território palestino; Serra, em Israel
No coração do conflito do Oriente Médio, a guerra eleitoral brasileira repetiu o resultado do primeiro turno e mostra claramente a diferença ideológica entre ambos os candidatos: vitória folgada de José Serra em Tel Aviv e de Dilma Rousseff em Ramallah, território palestino.
Palestina (Dilma 86% e Serra 14%)
Em Ramallah, o clima eleitoral foi bem mais animado, talvez porque a esmagadora maioria estava do lado da petista. Não faltou nem campanha de boca de urna irregular. Cartazes de Dilma e Lula colados na representação brasileira tiveram que ser retirados. A tietagem pelo presidente brasileiro, que em março foi recebido como popstar em Ramallah, foi o motor da maioria dos eleitores.
Na representação brasileira nos territórios palestinos, a admiração por Lula falou mais alto. Votaram 409 eleitores, dos 866 inscritos. Dilma recebeu 355 votos, e Serra apenas 31. Houve 16 votos nulos e sete em branco. Israel (Serra 82% e Dilma 18%)
Entre os cidadãos brasileiros que vivem em Israel, a tendência foi oposta. Serra levou 85 votos, contra 19 de Dilma, dois brancos e dois nulos. Dos 282 cadastrados em Tel Aviv, 108 compareceram.
Num dia de votação morna em Tel Aviv, muitos eleitores disseram abertamente que o voto em Serra tinha a ver com a aproximação do governo Lula com o Irã, muito criticada em Israel. O advogado Hugo Chor, que vive em Israel desde 1971, foi uma exceção. "Apesar de reprovar a relação com o Irã, voto em Dilma pelas políticas sociais do governo Lula", disse Chor.
O governo brasileiro tem posição clara sobre o conflito no Oriente Médio, Leia aqui e o governo israelense não aceita a posição do presidente Lula Leia aqui taxando o apoio do Brasil a causa Palestina de inconveniente.
Inconveniente é o muro que Israel construiu em Gaza
Israel diz que reconhecimento brasileiro é inconveniente
O governo israelense condenou nesta sexta-feira o anúncio do governo brasileiro de que reconhece o Estado palestino com as fronteiras anteriores a 1967, ao considerar que pode minar o processo de paz. A comunidade muçulmana e a liderança palestina, por sua vez, viram na decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva uma iniciativa que pode contribuir para o fim da violência na região.
A decisão brasileira envolve identificar todos os territórios ocupados na Cisjordânia (Jerusalém Oriental e arredores) como parte da nação palestina. Comunicado no início da tarde desta sexta-feira pelo Itamaraty, o anúncio atendeu um pedido formal do presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, feito a Lula em novembro.
- Nós lamentamos e expressamos nossa lástima e decepção quanto ao comunicado do Brasil. Com esse anúncio, o presidente do Brasil não contribui, mas prejudica o processo de paz - disse Andy David, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel.
O rechaço de Israel foi reforçado por Osias Wurman, seu cônsul honorário no Rio de Janeiro. Ele tachou o anúncio de inconveniente e inoportuno, por ser feito no momento em que seu país enfrenta "a maior crise ecológica e humanitária de sua história" - um incêndio florestal no norte israelense já deixou 42 mortos.
- Recebi a nota com profunda tristeza. É um momento infeliz para divulgar qualquer iniciativa que fere a tradição das conversações diretas entre palestinos e israelenses que vem se desenvolvendo há quase uma década. É lamentável de todos os aspectos - afirmou Wurman.
O diplomata cobrou neutralidade do Brasil no caso e disse esperar que a atitude possa contribuir para as negociações de paz.
- O Itamaraty infelizmente tomou uma posição unilateral favorável à ideia de alguns palestinos e totalmente contrária aos princípios do Estado de Israel. Se o Brasil deseja participar como parceiro nas negociações de paz no Oriente Médio, devia manter uma posição neutra - completou.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Presidente Lula reconhece Estado Palestino
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou carta para o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, reconhecendo o Estado palestino “nas fronteiras existentes em 1967”, segundo informação do Itamaraty divulgada nesta sexta-feira (3).
“A iniciativa é coerente com a disposição histórica do Brasil de contribuir para o processo de paz entre Israel e Palestina, cujas negociações diretas estão neste momento interrompidas, e está em consonância com as resoluções da ONU, que exigem o fim da ocupação dos territórios palestinos e a construção de um Estado independente dentro das fronteiras de 4 de junho de 1967”, afirma nota do ministério das Relações Exteriores.
A iniciativa é uma resposta a correspondência enviada em 24 de novembro de Abbas a Lula. "Enquanto expressamos a Vossa Excelência o nosso orgulho das valorosas e históricas relações brasileiro-palestinas, que refletem suas posições firmes em relação ao nosso povo ao longo dos anos e em nossos recentes encontros, esperamos, nosso caro amigo, que Vossa Excelência decida tomar a iniciativa de reconhecer o Estado da Palestina nas fronteiras de 1967", escreveu o presidente palestino a Lula.
"Essa será uma decisão importante e histórica, porque encorajará outros países em seu continente e em outras regiões do mundo a seguir a sua posição de reconhecer o Estado palestino. Essa decisão levará também ao avanço do processo de paz e à promoção da posição palestina, que busca o reconhecimento internacional do Estado da Palestina. Esperamos que o nosso pedido possa receber sua bondosa aceitação e esperamos também que essa iniciativa possa ser tomada antes do fim de seu mandato presidencial", acrescentou Abbas.
Em 1º de dezembro, o presidente brasileiro respondeu à solicitação. "Por considerar que a solicitação apresentada por Vossa Excelência é justa e coerente com os princípios defendidos pelo Brasil para a Questão Palestina, o Brasil, por meio desta carta, reconhece o Estado palestino nas fronteiras de 1967", escreveu Lula.
"Ao fazê-lo, quero reiterar o entendimento do Governo brasileiro de que somente o diálogo e a convivência pacífica com os vizinhos farão avançar verdadeiramente a causa palestina. Estou seguro de que este é também o pensamento de Vossa Excelência", acrescenta.
O Itamaraty destaca que "o Brasil reafirma sua tradicional posição de favorecer um Estado palestino democrático, geograficamente coeso e economicamente viável, que viva em paz com o Estado de Israel. Apenas uma Palestina democrática, livre e soberana poderá atender aos legítimos anseios israelenses por paz com seus vizinhos, segurança em suas fronteiras e estabilidade política em seu entorno regional".
Procurado pela reportagem, o maior representante diplomático palestino no Brasil classificou o reconhecimento brasileiro como um "grande avanço".
“É um momento de alegria para o povo palestino, porque vem em concordância com o justo direito de nosso povo ter nosso próprio Estado e é um reflexo da política justa e equilibrada do governo brasileiro, do senhor Luiz Inácio Lula da Silva e de seu chanceler, Celso Amorim”.
Questionado pela reportagem sobre as consequências deste reconhecimento para as negociações de paz no Oriente Médio, o embaixador palestino afirmou que “com certeza ajuda”.
“Está baseado no direito internacional”, argumentou Al Zeben, “Deve contribuir para uma paz justa”.
Segundo o embaixador Al Zeben, a carta é suficiente para configurar reconhecimento formal. Dessa forma, o Brasil se torna o quinto país na América a reconhecer o Estado palestino, ao lado de Cuba, Nicarágua, Venezuela e Bolívia, segundo o diplomata. Ao todo, mais de cem países reconhecem o Estado palestino.
Tratado indesejável de Jobim: Base norte-americana
Segundo a imprensa internacional, prevê-se a instalação de uma base norte-americana no Brasil. A última base americana em nosso chão se limitava ao acompanhamento dos primeiros satélites artificiais, em Fernando Noronha. Ela foi discretamente fechada em 1961, por iniciativa de Tancredo que, como primeiro-ministro, negou-se a prorrogar o convênio, sob o argumento de que ainda não obtivera a opinião das Forças Armadas.
Geisel, em 1977, em pleno regime ditatorial, denunciou o Tratado Militar que tínhamos com Washington, e fora renovado em 1952, por iniciativa de João Neves da Fontoura, contra a opinião do ministro da Guerra de então, o general Estillac Leal – que se demitiu como protesto. É da restauração paulatina desse antigo Tratado que se trata.
Antes houve a base de Natal, no esforço comum da guerra contra a Alemanha nazista. Terminado o conflito, em 1945, Getúlio agradeceu muito a contribuição norte-americana e, mesmo com as pressões ianques a fim de manter o enclave militar, dispensou-os desse cuidado. Não havia necessidade de tanto dispêndio para a nossa hipotética proteção.
O fato é que as negociações para a instalação de uma base norte-americana no Brasil, para o combate às drogas, foram anunciadas, em Quito, pelo subsecretário de Estado para o Hemisfério Ocidental, Arturo Valenzuela, e repercutiram no exterior, em que pesem os desmentidos do Brasil. Apesar de sua cuidadosa linguagem diplomática, a nota oficial do Itamaraty não é suficiente para afastar as dúvidas: trata, em termos vagos e genéricos da “cooperação em assuntos da defesa” e intercâmbio no treinamento militar.
Nós conhecemos essa antiga canção, que nos remete ao centro de doutrinamento ideológico do Panamá. Ali muitos de nossos oficiais foram moldados para a submissão aos interesses norte-americanos, em nome da divisão do mundo entre os bons (os ianques) e os maus (quaisquer outros que contestassem a sua hegemonia). Foram alguns deles, com Castello Branco, Lincoln Gordon, Vernon Walters, a Quarta Frota e a CIA, que fizeram o golpe de 1964.
Esse Tratado compromete o futuro do país e tem um motivo estratégico maior por parte de Washington, ainda que bem dissimulado e a prazo mais longo: o controle da Amazônia e a reconquista do poder colonial sobre o continente.
Texto de Mauro Santayana em abril de 2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Nelson Jobim, o ex-tucano que virou um papagaio
Não existe no país e na classe política algum nome que possa substituir o ministro Nelson Jobim? Por que ele é imprescindível?
Nelson Jobim, ministro da Defesa do Brasil, foi pego servindo de informante da Embaixada dos Estados Unidos. Isso depois de Lula ter consolidado, à custa de enorme esforço do Itamaraty e da diplomacia brasileira, uma imagem internacional independente e corajosa, justamente em contraponto à política anterior, formalizada no governo FHC, de absoluta subserviência aos interesses dos EUA.
“Foi preciso oito anos para o país se livrar da imagem infame do ex-ministro das Relações Exteriores Celso Lafer tirando os sapatos no aeroporto de Miami, em dezembro de 2002, para ser revistado por seguranças americanos.
O ministro da Defesa, que veio do ninho tucano e era amigo pessoal de FHC (a cujo governo serviu) e de José Serra, ficou mal outra vez. O ministro desmentiu o Wikileaks, mas foi o primeiro a tomar tal atitude, pois nem mesmo as autoridades norte-americanas negaram a autenticidade dos documentos divulgados pelo site.
Jobim está no centro da farsa que derrubou o delegado Paulo Lacerda da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), acusado de grampear o ministro Gilmar Mendes, do STF. Jobim apresentou a Lula provas falsas da existência de equipamentos de escutas que teriam sido usados por Lacerda para investigar Mendes. Foi desmentido pelo Exército.
Em seguida, Jobim deu guarida aos comandantes das forças armadas e ameaçou renunciar ao cargo junto com eles caso o governo mantivesse no texto do Plano Nacional de Direitos Humanos a ideia (!) da instalação da Comissão da Verdade para investigar as torturas e os assassinatos durante a ditadura militar.
Por que Nelson Jobim tem que continuar no Ministério da Defesa, se nem da cota do PMDB é, qual será o seu grande avalista, o presidente Lula ou as forças armadas? E a pergunta sem resposta que não quer calar, "Será que ele votou para presidente no número 13 da candidata Dilma?"
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Indicado é do PMDB, mas não é "da cota" do partido
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| Índios Dakota e um estranho |
Coisas do PMDB
De acordo com o vice-presidente eleito, Michel Temer (PMDB), a indicação do atual secretário de Saúde do estado do Rio de Janeiro, Sérgio Côrtes, para ocupar o Ministério da Saúde não faz parte da cota do partido no próximo governo federal.
A afirmação foi feita na tarde desta quarta-feira (1°), em discurso no Congresso. Côrtes foi indicado pelo governador carioca, Sérgio Cabral (PMDB), em uma negociação que, segundo o parlamentar, foi paralela às discussões entre PMDB e PT para o próximo governo.
O futuro ocupante do Palácio do Jaburu e atual presidente da Câmara dos Deputados afirmou ainda que o partido permanecerá responsável por cinco ministérios, não entrando nesta conta nem a pasta da Saúde, nem a de Defesa, que seriam da cota pessoal da futura presidente Dilma Rousseff (PT).
Desmatamento na Amazônia, menor taxa em 22 anos
Desmatamento na Amazônia cai 14% e alcança menor taxa em 22 anos
Entre agosto de 2009 e julho de 2010, a Amazônia perdeu 6.450 quilômetros quadrados (km²) de floresta. É a menor taxa anual de desmate registrada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), desde o início do levantamento, em 1988.
A área desmatada equivale ao tamanho do Distrito Federal ou a quatro vezes o da cidade de São Paulo. O número foi divulgado hoje (1°) pelo diretor do Inpe, Gilberto Câmara, e representa uma queda de 14% em relação ao ano passado, quando o desmatamento atingiu 7,6 mil km² da Amazônia Legal.
“É um número auspicioso, é uma redução de 14% em relação ao ano anterior, que já teve uma redução significativa”, avaliou Câmara.
A taxa é calculada pelo Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (Prodes), que utiliza satélites para observação das áreas que sofreram desmatamento total, o chamando corte raso.
O desmatamento anual ficou acima do esperado pelo governo, que projetava uma taxa de 5 mil km².
Segundo Câmara, o Inpe registrou redução significativa do desmatamento nos três estados que tradicionalmente lideram o ranking de derrubadas: Mato Grosso, Pará e Rondônia.
Com a taxa de anual de 6 mil km², o Brasil se aproxima da meta de reduzir o desmatamento da Amazônia em 80% até 2020. Pelo cronograma, assumido em compromisso internacional, daqui a dez anos, o país chegará a uma taxa anual de 3,5 mil km² de desmate. O governo já cogita antecipar o cumprimento da meta para 2016.
De acordo com o Inpe, a margem de erro da estimativa anual de desmatamento é de 10%, ou seja, pode resultar em uma variação de 645 km² para ou mais ou para menos quando os dados forem consolidados.
Luana Lourenço repórter da Agência Brasil
Desconstruir o preconceito é o melhor caminho
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| Para tentar agradar os falsos fazem de tudo |
Como o preconceito é, sobretudo, ideológico, segundo nos afirma a ex-prefeita de São Paulo e atual deputada federal reeleita pelo PSB (SP), Luiza Erundina, nem sempre ele aparece de forma explícita. “As próprias piadas e certas reações jocosas, aparentemente inofensivas, são expressão desse preconceito arraigado e incorporado em nosso comportamento”, salienta Erundina. Segundo ela, que é paraibana, ninguém está isento disso: “até mesmo nós, eventualmente vítimas desse tipo de comportamento, nos pegamos tendo reações que o reafirma”, pontua.
Desconstrução
Luiza Erundina pondera que os últimos atos de agressividade empenhados contra nordestinos – surgidos, sobretudo, no estado de São Paulo –, como o da estudante de direito, ocorrem em momentos mais “agudos” da história, de mudança. Ela lembra que o Brasil foi governado por oito anos por Lula, e, agora, terá como presidente uma mulher.
Para a deputada, acontecimentos que fogem dos padrões provocam manifestações ideológicas, de intolerância contra o diferente – “do ponto de vista de raça, de gênero, de origem, de classe social” – que “ousa ocupar espaços historicamente ocupados por determinados segmentos da sociedade”.
Veio, então, uma sacada, com o fim de reforçar a desconstrução do preconceito contra o nordestino. Segundo conta Erundina, ela nunca se sentiu diminuída ou humilhada por sofrer preconceito. Ao contrário. “Fiz dessas questões das quais eu era vítima um pretexto para reforçar minha participação na luta contra o preconceito e a discriminação”, salienta.
Para ela, “se ficarmos recolhidos, vitimizados ou diminuídos, estaremos contribuindo para a reprodução dessa cultura que precisa ser mudada. E cultura não se muda nem por lei, nem por vontade de um e de outro, mas é uma mudança de mentalidade de uma maioria de determinada sociedade”, explica a paraibana.
Logo que chegou a São Paulo (SP), Juciara cursou o primeiro ano do ensino médio no Colégio Davi Aguiar Dias, no bairro onde mora. Ela revela que o fato de ser baiana e negra foi primordial para ser um dos alvos principais de gozação da turma. “Me chamavam de 'nega preta' e 'nega encardida'; eu queria voltar para minha casa, na Bahia, e não ir mais para a escola”, conta
A baiana Juciara engrossa o coro com a ex-prefeita e atesta que, quando retornar à sala de aula para completar o segundo e o terceiro anos do ensino médio, nenhum tipo de ato preconceituoso vai incomodá-la.
O conselho da paraibana à baiana e a todos os brasileiros afeitos à tolerância é: “temos que ter paciência histórica, como dizia Paulo Freire, e não nos sentir diminuídos; temos que travar essa luta”.
Com Brasil de Fato
Pato paulista: Adora nadar e acredita ser tucano
As chuvas que atingiram São Paulo e região metropolitana nesta terça-feira fizeram o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) colocar todas as regiões da capital paulista em estado de atenção, incluindo Centro e marginais Tietê e Pinheiros.
A zona sul e a Marginal Pinheiros entraram no estado às 14h50. Às 15h25, o estado de atenção foi ampliado para as zonas norte, leste, sudeste, oeste, Marginal Tietê e Centro.
Existem mutios patos famosos nas histórias das tela dos cinemas e nas em quadrinhos, a ordem é essa: 1) Pato Donald, 2) Patolino, 3) Peninha, 4) Biquinho, 5) Superpato.
Mas, um pato está ficando muito famosos no país, é o Pato paulista.
Em apenas 2 horas de chuva os patos ganham vários lagos para nadar
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