
As eleições estão aí, as campanhas eleitorais também, se fizermos um retrospecto para entender certas mensagens de campanhas anteriores poderemos fazer uma analogia dos fatos.
A artista Regina Duarte que em 2002, durante o horário político eleitoral apareceu com uma expressão facial demonstrando temor, quanto ao que poderia ver caso seu candidato não vencesse as eleições.
E viu, ou melhor está vendo, e como uma pitonisa temia ver tudo ser diferente.
O país ter uma das maiores economias do mundo em evolução, com projeção de ser a 6ª maior, do respeito e reconhecimento internacional, tornando-se um dos maiores do mundo em reservas de petróleo.
O país não ser mais devedor do FMI, e sim credor como é hoje, 70% da produção de feijão no país garantido pela agricultura familiar, e não pelo agronegócio de seus fãs.
Mais de 20 milhões de familias deixando a faixa da pobreza, milhares de jovens de origem humilde estudando em universidade, um programa social como o bolsa-família que além de ajudar 12 milhões de famílias carentes movimenta a economia de pequenas cidades.
Tinha medo de saber quanto vale mesmo a Vale do Rio Doce, os R$ 100 bi, e não por aquele preço que foi vendida pelo seu ídolo FHC. Tinha medo de ver mais empresas privatizadas além das 65 vendidas a preço de sucata.
Morria de pavor e sonhava com cenas trágicas, terra engolindo gente, como a cratera do metrô, tudo caindo em cima das pessoas , como as colunas e vigas do Rodoanel, e descobriu que não era pesadelo.
Mas o que ela mais temia não era só que os seus pesadelos se tornassem realidade, como tornou-se, mas a figura do demônio, dos demos que estavam cada vez mais dentro do governo de seus amigos, e agora ao lado de seu candidato preferido, José Serra.
Ela já previa o que seria a dobradinha tucanodemo, mas não queria ver as criancinhas sem panetone no Natal, e cá entre nós, ela tinha todos os motivos para ter medo.
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