quinta-feira, 10 de junho de 2010

Governo Lula e o espetáculo que não queriam ver


O presidente Lula quando previa que em seu governo aconteceria o espetáculo do crescimento, a oposição comandada pelos demotucanos e seu grande partido, o da imprensa golpista, o criticavam e desdenhavam das previsões  futuristas da área econômica do governo.
Nesses quase oito anos o visível crescimento de novos empregos, que deve chegar à casa dos 14 milhões de novas carteiras de trabalho assinadas em dezembro, recorde de produção da indústria, de reserva de capital e mesmo assim a torcida de alguns sempre foi contra.
Destacamos algumas das inúmeras opiniões semelhantes disparadas desde o primeiro ano de governo por grandes analistas e políticos fracassados ou frustrados e também da imprensa golpista que insiste em não ver o quanto país mudou e cresceu no governo Lula.
2003. Folha de S.Paulo: Lula se utilizou de suas tradicionais metáforas para pedir paciência para os resultados das últimas medidas. Ele mencionou novamente que "um pé de feijão leva 90 dias para nascer e um filho durante os nove meses de gestação".
2004. Folha Online do grupo Folha, não leia podes entrar em frias, trazia em destaque à fala de quem nunca deveria abrir a boca depois do seu sofrível governo: “O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso criticou hoje as promessas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao dizer que nenhum governante pode propor o "espetáculo do crescimento" como fez o petista.
2006. Reinaldo Azevedo, que a globosfera chama-o de “Abestalhado”, e eu não sei por que, se é pela fisionomia ou pelo que escreve sobre o governo Lula: “Lula é mesmo um milagre. Caso se esforçasse para ser tão ruim, não alcançaria as dimensões que alcança tentando ser o melhor. No segundo mandato, sugiro que trabalhe apenas a metade para ver se rende o dobro”.
2008. Revista Veja, aquela quem só vê quem não enxerga: “Bom mesmo foi o ano para o cinema de modo geral no Brasil. O setor fechou 2009 com 111 milhões de ingressos vendidos. Um expressivo crescimento de 25% em comparação aos 89 milhões de tíquetes vendidos em 2008. Para um ano em que o PIB estagnou, é um caso típico de espetáculo do crescimento”.
2009: Antes do carnaval do ano passado a revista Época do grupo “Globo” que nasceu e cresceu na ditadura destacava: “O espetáculo do crescimento vai ser uma comédia. A bordo de carros populares, o governo sai em louca disparada atrás das metas de inflação. Não perca as sensacionais derrapadas e os múltiplos atropelamentos de radicais na Esplanada dos Ministérios”.
2010: Quando deixou o governo de São Paulo em abril, José “Trololó” Serra declarou tudo em trololês: “Que sua gestão diminuiu a carga tributária individual, desonerou setores-chaves na economia e conseguiu triplicar os investimentos públicos.Vamos investir R$ 64 bilhões até o final deste ano. Sem compromissos com o espetáculo, disse, em referência indireta ao presidente Lula, que, em seu governo, disse que o País assistiria a um espetáculo do crescimento”.
O espetáculo do crescimento
Com o Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre de 2010 teve um desempenho fortíssimo puxado pela indústria e pelos investimentos e foi batido o recorde de "crescimento" não só do conjunto da economia, mas também de vários setores.
O PIB trimestral cresceu 9% ante o mesmo período de 2009, a maior taxa de expansão da série iniciada em 1995. Em valor, o PIB do trimestre foi de R$ 826,4 bilhões.
Agora os demotucanos e a imprensa golpista são obrigados a aceitar algumas coisas, como fala o presidente Lula no final do vídeo abaixo, uma delas deve ser "O show ainda não terminou".  

2 comentários:

  1. Muito bem lembrado.
    Recomendarei este site e link.
    Parabéns.
    Lamentável que tenha gente que não aceita o presente. Se comportam como aqueles que desencarnam e não aceitam a situação (por não saberem que não estão mais entre nós ou por não aceitarem tal, pois ainda desejam resolver "pendências").Vagam e promovem pertubações aos que ainda "vivem",até mesmo sem querer. Se comportam como "encostos" em espaços reservados aos leitores nos grandes jornalões e se abastecem de energia na Rede Goebbels, CBN e afins e "psicografam" e-mails com conteúdo contestável e característico de um tempo tenebroso que se foi.

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  2. antonio barbosa filho10 de junho de 2010 17:45

    É importante não esquecer nunca o que a direita disse e escreveu nesses anos, a título de "análise", porque erraram em todas. Ou melhor: sabiam que estavam fazendo discurso ideológico disfarçado de jornalismo.
    Aquela besta do Reinaldo do Esgoto faz malabarismo com as palavras para desdizer hoje o que disse ontem, sem trair a má-fé inicial. É um exercício de má-fé e desonestidade intelectual digno do Guiness.

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